A torcida “Loucos pelo Botafogo”, que numa iniciativa criativa tem
usado mosaicos com frases para incentivar os jogadores (#LUTEMATÉOFIM) e provocar
os rivais, divulgou no Twitter uma das frases que serão montadas no jogo de
quarta-feira contra o Fluminense pela 25ª rodada do Brasileirão: #PAGUEMASÉRIEB
foi a frase escolhida pelos integrantes da Loucos pelo Botafogo numa
referência ao fato do tricolor ter voltado à 1ª divisão direto da Terceirona.
Na 1ª partida contra o Flamengo pela Copa do Brasil, a Loucos pelo Botafogo já
havia provocado os rubro-negros com a famosa frase do ex-goleiro Manga: #OBICHOÉCERTO!
Aliás, o Globo Esporte fez uma bela reportagem com o ídolo do Botafogo: http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-esporte-rj/v/em-visita-ao-botafogo-manga-relembra-momentos-marcantes-na-carreira/2852448/
Wesley Machado
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Pai do técnico do Flamengo estava no “Jogo do Senta”!
Tá explicado porquê o atual técnico do Flamengo, Jayme de
Almeida Filho, estava com tanta raiva do Botafogo no 1º jogo das
quartas-de-final da Copa do Brasil em que chegou a gritar com uma gandula. O
pai dele, Jaime de Almeida, estava no “Jogo do Senta” pelo Campeonato Carioca
de 1944 em que os jogadores do Flamengo sentaram em campo após o Botafogo
aplicar uma sonora goleada de 5 a 2 no
time da beira da lagoa. Na oportunidade, a torcida do Botafogo gritou: “Senta
para não apanhar de mais”! E eles ainda querem falar de "chororô"!
Conheça melhor a história do "Jogo do Senta"!
No 1º turno do Campeonato Carioca de 1944, o Botafogo havia sido goleado pelo Flamengo por 4 a 1 nas Laranjeiras. No dia 10 de setembro, as duas equipes voltariam a se enfrentar, desta vez em General Severiano; e o Botafogo teria a oportunidade de se vingar do revés. Do lado do Botafogo, o craque Heleno de Freitas. Do lado do Flamengo, o craque Zizinho.
Aos 20 minutos, Heleno cobrou falta e abriu o placar para o Botafogo, O Flamengo chegaria ao empate aos 30 minutos. No finzinho do 1º tempo, o Botafogo voltaria à frente no placar com Valsecchi, aproveitando bela jogada de Heleno, que estava numa tarde inspirada.
Na etapa final, Walter ampliou para o Glorioso. Mais dois minutos e Heleno, novamente, fez o 4º gol do time da Estrela Solitária, devolvendo o placar o 1º turno. O Flamengo diminuiria aos 30 minutos em lance em que o goleiro do Alvinegro, Ari, foi tocado pelos rivais em cobrança de escanteio, mas o árbitro Mossoró validaria o gol olímpico.
Mas no minuto seguinte, Geninho chutou forte de fora da área, a bola bateu no travessão e no chão. O árbitro deu o gol. Os jogadores do Flamengo alegaram que a bola não entrou e para protestar sentaram-se no chão por determinação de um dirigente e se recusaram a continuar a partida, que estava há 14 minutos do fim. Mossoró a deu por encerrada com o placar de 5 a 2 para o Botafogo e a torcida alvinegra gritou para provocar os rivais: "Senta para não apanhar de mais".
O detalhe é que um dos gols do Flamengo naquela partida histórica foi marcado justamente pelo defensor Jaime de Almeida, que vem a ser pai do atual técnico do Flamengo, Jayme de Almeida Filho.
Wesley Machado
Conheça melhor a história do "Jogo do Senta"!
No 1º turno do Campeonato Carioca de 1944, o Botafogo havia sido goleado pelo Flamengo por 4 a 1 nas Laranjeiras. No dia 10 de setembro, as duas equipes voltariam a se enfrentar, desta vez em General Severiano; e o Botafogo teria a oportunidade de se vingar do revés. Do lado do Botafogo, o craque Heleno de Freitas. Do lado do Flamengo, o craque Zizinho.
Aos 20 minutos, Heleno cobrou falta e abriu o placar para o Botafogo, O Flamengo chegaria ao empate aos 30 minutos. No finzinho do 1º tempo, o Botafogo voltaria à frente no placar com Valsecchi, aproveitando bela jogada de Heleno, que estava numa tarde inspirada.
Na etapa final, Walter ampliou para o Glorioso. Mais dois minutos e Heleno, novamente, fez o 4º gol do time da Estrela Solitária, devolvendo o placar o 1º turno. O Flamengo diminuiria aos 30 minutos em lance em que o goleiro do Alvinegro, Ari, foi tocado pelos rivais em cobrança de escanteio, mas o árbitro Mossoró validaria o gol olímpico.
Mas no minuto seguinte, Geninho chutou forte de fora da área, a bola bateu no travessão e no chão. O árbitro deu o gol. Os jogadores do Flamengo alegaram que a bola não entrou e para protestar sentaram-se no chão por determinação de um dirigente e se recusaram a continuar a partida, que estava há 14 minutos do fim. Mossoró a deu por encerrada com o placar de 5 a 2 para o Botafogo e a torcida alvinegra gritou para provocar os rivais: "Senta para não apanhar de mais".
O detalhe é que um dos gols do Flamengo naquela partida histórica foi marcado justamente pelo defensor Jaime de Almeida, que vem a ser pai do atual técnico do Flamengo, Jayme de Almeida Filho.
Wesley Machado
domingo, 29 de setembro de 2013
The Dream Is Over
A frase dita por John Lennon quando do fim dos Beatles e que
também é o título de uma música do Van Halen se aplica à situação do Botafogo
atualmente. E que bom! Como disse o Cássio no post anterior e que foi a opinião
do meu pai após a derrota de ontem, temos de nos focar na Copa do Brasil. Não
era bom ficarmos alimentando uma falsa esperança de título e corrermos o risco
de nos desiludirmos mais uma vez. Afinal, não podemos acreditar que o Botafogo
tenha alguma chance de ser campeão depois de perder duas partidas em casa para
times teoricamente mais fracos e o Cruzeiro vencer o Inter fora. Não podemos
achar que este Cruzeiro vai despencar e perder
11 pontos de diferença. Temos é de nos contentar com a Libertadores. E
como eu disse em post mais abaixo, este resultado, derrota do Inter, até que
pode ser considerado bom, pois o time gaúcho pára nos 34 pontos. O Atlético
Paranaense, que poderia nos ultrapassar, também perdeu. Chegou a estar perdendo
de 3 a 0 , conseguiu o empate, mas levou mais dois gols e acabou perdendo de 5
a 3 para o Vitória da Bahia, que chegou aos mesmos 34 pontos do Inter, portanto
oito atrás de nós. O jogo de quarta-feira, clássico contra o Fluminense, será
de vital importância, já que o tricolor vem numa crescente, há vários jogos
invictos, está com 33 pontos e sonhando com a Libertadores. Temos de
reencontrar o caminho das vitórias, ir levando o Brasileirão e decidirmos
contra o Flamengo a vaga nas semi-finais da Copa do Brasil, que pode nos
garantir um título inédito e uma vaga antecipada na Libertadores. Depois, como
diria Renato Gaúcho: “É brincar no Brasileirão”!
Wesley Machado
Wesley Machado
sábado, 28 de setembro de 2013
Setembro, sempre em setembro
O que eu vou escrever agora eu deveria ter registrado no início da competição e de quando começaram a fazer festa com o Botafogo. Mas é uma constatação e a mais pura realidade. Por mais botafoguense que eu seja, não posso delirar ou dar asas a minha imaginação. O time do Botafogo tem seus méritos, mas é um time limitado e salvo um milagre ou tropeços consecutivos do Cruzeiro, ele não vai ser campeão em 2013. Pode garantir uma vaga na Libertadores, eu disse pode, porque isso também não está garantido.
Desde 2007, o Botafogo vem fazendo boas apresentações no Brasileiro e sempre enche seus torcedores de esperança, mas desde aquele ano - exceto no ano de 2009 -, a campanha do Botafogo começa a degringolar em setembro, depois da primeira quinzena de setembro, mais precisamente no final da segunda quinzena de setembro. Exatamente como está acontecendo agora.
Diferente dos anos anteriores, o campeonato está nivelado por baixo, poucas equipes se salvam e o Botafogo, que também tem um time limitado, ganha com isso. Pesa nesse instante a má fase de Seedorf, as seguidas convocações de Lodeiro e Jefferson e as contusões que todos os jogadores estão sofrendo, diferente do primeiro turno, nas primeiras rodadas, qualquer substituição era bem-vinda, mas hoje nada parece surtir efeito.
Não vejo outra opção, a não ser focar na Copa do Brasil, onde o título e a Libertadores estão mais palpáveis, é o caminho mais fácil. Mesmo com toda a valentia dos jogadores do Botafogo, hoje, o time não será campeão brasileiro. Eu vou adorar morder a língua no final do ano e escrever um texto valorizando cada gota de suor que for derramada para queo título venha para General Severiano, mas hoje eu não consigo ver isso.
As apresentações diante da Ponte Preta, Bahia e até contra o Flamengo pela Copa do Brasil me fazem relembrar 2012, 2011, 2010, 2008, 2007... e vejo o mesmo filme dos anos anteriores.
Tem solução? Acho que tem. Não adianta porque Oswaldo não vai mais tirar coelho da cartola, não tem mais nada que possa ser descoberto nesse elenco do Botafogo. Acho que a solução está fora dele. O mercado ainda está aberto e algumas contratações ainda podem ser feitas. Elias, por exemplo, que está na Ponte Preta, estava na Série B e foi resgatado para a Macaca. Melhorou consideravelmente a equipe. Acho que o Botafogo, assim como fez com o Hyuri, poderia tentar trazer mais alguma peça, uma ou duas para ter mais opções, pois somente com o elenco que tem não funciona. E precisa urgentemente, sentar com Seedorf e perguntar: Amigo, o que você precisa para voltar a jogar bem? Jogar novamente em alto nível? O que está faltando?
Além de Seedorf é preciso que outros jogadores voltem a brilhar e a sorte precisa ajudar mais uma vez, e quando digo sorte, me refiro aos cartões, as contusões, ao bom humor do árbitro durante a partida, e a uma série de fatores que pode ajudar o Botafogo nessa empreitada.
Caros amigos botafoguenses, eu jamais vou deixar de acreditar, mas não vamos começar a arrumar desculpas esfarrapadas ou tentar maquiar o óbvio: o Botafogo tem um time limitado que contou com os erros adversários e com a sorte até agora. Fez poucos jogos brilhantes e precisa de muito mais do que está apresentando se quiser ser campeão, ou melhora agora ou vai ser meio da tabela de novo. Aliás, muito provavelmente, o Botafogo terminará essa rodada na terceira ou quarta posição, ainda não fiz as contas, mas acho que existe a possibilidade de terminar essa rodada fora do G4. Portanto, vamos sonhar com um milagre, vamos apelar para Santa Rita de Cássia, já que deu certo uma vez, porque na bola, não tem como.
Enquanto isso na Toca da Raposa...
Postado por Cássio Peixoto.
Desde 2007, o Botafogo vem fazendo boas apresentações no Brasileiro e sempre enche seus torcedores de esperança, mas desde aquele ano - exceto no ano de 2009 -, a campanha do Botafogo começa a degringolar em setembro, depois da primeira quinzena de setembro, mais precisamente no final da segunda quinzena de setembro. Exatamente como está acontecendo agora.
Diferente dos anos anteriores, o campeonato está nivelado por baixo, poucas equipes se salvam e o Botafogo, que também tem um time limitado, ganha com isso. Pesa nesse instante a má fase de Seedorf, as seguidas convocações de Lodeiro e Jefferson e as contusões que todos os jogadores estão sofrendo, diferente do primeiro turno, nas primeiras rodadas, qualquer substituição era bem-vinda, mas hoje nada parece surtir efeito.
Não vejo outra opção, a não ser focar na Copa do Brasil, onde o título e a Libertadores estão mais palpáveis, é o caminho mais fácil. Mesmo com toda a valentia dos jogadores do Botafogo, hoje, o time não será campeão brasileiro. Eu vou adorar morder a língua no final do ano e escrever um texto valorizando cada gota de suor que for derramada para queo título venha para General Severiano, mas hoje eu não consigo ver isso.
As apresentações diante da Ponte Preta, Bahia e até contra o Flamengo pela Copa do Brasil me fazem relembrar 2012, 2011, 2010, 2008, 2007... e vejo o mesmo filme dos anos anteriores.
Tem solução? Acho que tem. Não adianta porque Oswaldo não vai mais tirar coelho da cartola, não tem mais nada que possa ser descoberto nesse elenco do Botafogo. Acho que a solução está fora dele. O mercado ainda está aberto e algumas contratações ainda podem ser feitas. Elias, por exemplo, que está na Ponte Preta, estava na Série B e foi resgatado para a Macaca. Melhorou consideravelmente a equipe. Acho que o Botafogo, assim como fez com o Hyuri, poderia tentar trazer mais alguma peça, uma ou duas para ter mais opções, pois somente com o elenco que tem não funciona. E precisa urgentemente, sentar com Seedorf e perguntar: Amigo, o que você precisa para voltar a jogar bem? Jogar novamente em alto nível? O que está faltando?
Além de Seedorf é preciso que outros jogadores voltem a brilhar e a sorte precisa ajudar mais uma vez, e quando digo sorte, me refiro aos cartões, as contusões, ao bom humor do árbitro durante a partida, e a uma série de fatores que pode ajudar o Botafogo nessa empreitada.
Caros amigos botafoguenses, eu jamais vou deixar de acreditar, mas não vamos começar a arrumar desculpas esfarrapadas ou tentar maquiar o óbvio: o Botafogo tem um time limitado que contou com os erros adversários e com a sorte até agora. Fez poucos jogos brilhantes e precisa de muito mais do que está apresentando se quiser ser campeão, ou melhora agora ou vai ser meio da tabela de novo. Aliás, muito provavelmente, o Botafogo terminará essa rodada na terceira ou quarta posição, ainda não fiz as contas, mas acho que existe a possibilidade de terminar essa rodada fora do G4. Portanto, vamos sonhar com um milagre, vamos apelar para Santa Rita de Cássia, já que deu certo uma vez, porque na bola, não tem como.
Enquanto isso na Toca da Raposa...
Postado por Cássio Peixoto.
20 anos da Copa Conmebol
O ótimo site/blog Impedimento.org foi ouvir o capita Carlos Alberto Torres, treinador do time campeão da Copa Conmebol de 1993, título ironizado pelos torcedores rivais que brincam até hoje com o nome do campeonato, insinuando que é "Come Bola"! Mas sabemos que tem ainda mais importância do que a antiga Mercosul e atual Sul-Americana. Afinal, na época, só se classificavam para a Libertadores os campeões nacionais. O Botafogo, como foi vice no ano anterior, garantiu vaga à Conmebol. E olha que enfrentamos na final um Peñarol! Curtam esta entrevista em que o Capita fala, dentre outras coisas, como "se pagou", sobre o fato do time não concentrar, como conseguiu a classificação nas semi-finais diante do Atlético-MG depois de perder a 1ª partida por 3 a 1, etc. O título completa 20 anos nesta segunda-feira (30).
Calça de veludo ou bunda de fora
Wesley Machado
Calça de veludo ou bunda de fora
Wesley Machado
domingo, 22 de setembro de 2013
Velho problema
Retorna o problema da necessidade de um atacante para o
time. Elias, que na última partida em que vencemos foi decisivo, sentiu uma
fisgada na partida deste domingo (22) e saiu de campo contundido. Ele que já ficaria de
fora da partida de quarta-feira (25) contra o Flamengo, por
já ter atuado na Copa do Brasil pelo Resende.
Alex e Henrique, que têm entrado, não têm resolvido. Hyuri
também não é este jogador de área – joga mais pelos lados. Rafael Marques, que
também joga mais pelos lados, já foi até recuado por Oswaldo, desde a saída de
Vitinho.
Resta-nos o Bruno Mendes, que o Oswaldo já transpareceu que deverá
ter mais oportunidades. Pode ser uma boa opção.
Wesley Machado
Título ou Libertadores?
Na próxima rodada do Brasileirão, o Cruzeiro vai ao Sul
enfrentar o Inter em partida que será realizada no domingo (29), às 18h30. E
paira uma dúvida no ar. Para quem torcer? Vocês devem estar se perguntando: Mas
como assim? Claro que devemos torcer contra o Cruzeiro! Mas tem um porém. Se
estivermos pensando em título ainda, devemos torcer para o Cruzeiro, claro.
Mas se a meta for a Libertadores, uma derrota do Inter cairia bem. Afinal, os mesmos
oito pontos nos separam do Cruzeiro e do Inter, o 1º fora do G4. Desta maneira, se ainda é possível alcançarmos o Cruzeiro para os otimistas, para os pessimistas é possível que o Botafogo sucumba à síndrome do cavalo paraguaio e perca a gordura que o separa dos adversários na busca de uma vaga na Libertadores.
Neste caso, a melhor resultado entre Cruzeiro e Inter seria o empate. Detalhe: O Santos joga ante o Náutico quarta às 21h na Vila em jogo atrasado da 11ª rodada e pode chegar aos 35 pontos, ficando há sete do Fogão! Claro também que temos de fazer nossa parte, que é vencer a Ponte no Maraca, sábado, às 21h. Antes, temos o Flamengo também no Maraca quarta, às 21h50, pela Copa do Brasil.
Wesley Machado
Neste caso, a melhor resultado entre Cruzeiro e Inter seria o empate. Detalhe: O Santos joga ante o Náutico quarta às 21h na Vila em jogo atrasado da 11ª rodada e pode chegar aos 35 pontos, ficando há sete do Fogão! Claro também que temos de fazer nossa parte, que é vencer a Ponte no Maraca, sábado, às 21h. Antes, temos o Flamengo também no Maraca quarta, às 21h50, pela Copa do Brasil.
Wesley Machado
No retrovisor
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Wesley Machado |
A volta do Robin Hood!
Não imaginava que fosse recorrer a este termo este ano. Numa bela temporada, em que só perdeu sete jogos, um para o Flamengo no Carioca, um para o Figueirense na Copa do Brasil; e cinco no Brasileirão, sendo dois para o Bahia, adversário deste domingo (22). Um combalido Botafogo sofreu um cruel revés - o segundo seguido - por 2 a 1 de virada, com direito a gol (irregular) de Obina, aquele do Flamengo que a torcida rubro-negra dizia que era melhor que Eto'o. O Botafogo conseguiu o seu gol no 1º tempo sem merecer numa cobrança de falta de longe do lateral direito reserva do reserva Edílson, que marcou pela 1ª vez com a camisa do Alvinegro da Estrela Solitária.
No segundo tempo, o Botafogo voltou sem Seedorf - saiu no intervalo para a entrada de Hyuri - e no começo parecia que faria mais um gol. Pressionou o Bahia, Hyuri perdeu um gol incrível numa rebatida do goleiro em chute de longe de Rafael Marques. Elias saiu machucado para a entrada de Alex, que até entrou bem - criou uma oportunidade de gol, mas foi caindo de produção sem conseguir ser efetivo.
O mesmo Fernandão, que já havia marcado dois gols no 1º turno em que o Botafogo perdeu também de virada para o mesmo Bahia, empatou a partida num lance em que Dória, que havia sofrido uma cabeçada no início da partida e teve uma atuação muito abaixo da média, foi à frente e deixou um buraco na defesa. O time sentiu o golpe e levou o 2º gol.
Com o empate do Cruzeiro diante do Corinthias fora de casa - um bom resultado para os mineiros, a diferença do líder aumentou para oito pontos. Por outro lado, estamos também há oito pontos do 5º colocado, o Inter, que perdeu em casa para a Portuguesa por 1 a 0. Com isto, o sonho do título ficou distante, mas uma vaga na Libertadores é bem possível!
PS - Opinião do meu pai, quando eu lembrei que o gol de Obina foi em impedimento: "Independente do gol em impedimento, o Botafogo jogou mal e o Bahia mereceu ganhar". Realmente, eles tiveram várias oportunidades de marcar, com a bola passando rente ao gol de Jéfferson, que também salvou a equipe em alguns lances.
Atualizado com a correção do número de derrotas na temporada.
Wesley Machado
No segundo tempo, o Botafogo voltou sem Seedorf - saiu no intervalo para a entrada de Hyuri - e no começo parecia que faria mais um gol. Pressionou o Bahia, Hyuri perdeu um gol incrível numa rebatida do goleiro em chute de longe de Rafael Marques. Elias saiu machucado para a entrada de Alex, que até entrou bem - criou uma oportunidade de gol, mas foi caindo de produção sem conseguir ser efetivo.
O mesmo Fernandão, que já havia marcado dois gols no 1º turno em que o Botafogo perdeu também de virada para o mesmo Bahia, empatou a partida num lance em que Dória, que havia sofrido uma cabeçada no início da partida e teve uma atuação muito abaixo da média, foi à frente e deixou um buraco na defesa. O time sentiu o golpe e levou o 2º gol.
Com o empate do Cruzeiro diante do Corinthias fora de casa - um bom resultado para os mineiros, a diferença do líder aumentou para oito pontos. Por outro lado, estamos também há oito pontos do 5º colocado, o Inter, que perdeu em casa para a Portuguesa por 1 a 0. Com isto, o sonho do título ficou distante, mas uma vaga na Libertadores é bem possível!
PS - Opinião do meu pai, quando eu lembrei que o gol de Obina foi em impedimento: "Independente do gol em impedimento, o Botafogo jogou mal e o Bahia mereceu ganhar". Realmente, eles tiveram várias oportunidades de marcar, com a bola passando rente ao gol de Jéfferson, que também salvou a equipe em alguns lances.
Atualizado com a correção do número de derrotas na temporada.
Wesley Machado
sábado, 21 de setembro de 2013
Todos ao Maraca neste domingo!
"(O Botafoguense) às vezes, estranhamente, sai de uma derrota feia mais orgulhoso e mais Botafogo do que se houvesse vencido". (Paulo Mendes Campos)
Imagens (a 1ª remontada) retiradas do ótimo Blog Mundo Botafogo.
Wesley Machado
Imagens (a 1ª remontada) retiradas do ótimo Blog Mundo Botafogo.
Wesley Machado
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Livro sobre General Severiano em novo lançamento neste sábado
O livro “General Severiano: 100 anos de um campo Glorioso”,
que foi pré-lançado na Bienal do Rio em agosto com a presença do capitão do time campeão da Taça Brasil de 68, Afonsinho;
será relançado neste sábado (21), às 20 horas, na Livraria Cultura, no Shopping
Fashion Mall, em São Conrado, Rio de Janeiro.
O livro de 174 páginas, publicado pela BB Editora, tem prefácio de Mauro Beting, e conta a história do estádio que começou a ser construído em 2012 e foi inaugurado no dia 13 de maio de 1913, na partida inaugural do Campeonato Carioca na qual o Botafogo saiu vitorioso sobre o Flamengo pelo placar de 1 a 0.
O livro de 174 páginas, publicado pela BB Editora, tem prefácio de Mauro Beting, e conta a história do estádio que começou a ser construído em 2012 e foi inaugurado no dia 13 de maio de 1913, na partida inaugural do Campeonato Carioca na qual o Botafogo saiu vitorioso sobre o Flamengo pelo placar de 1 a 0.
Wesley Machado
Maurício em tarde de autógrafos neste sábado
A Liga Retrô, pioneira e principal loja especializada no segmento
de camisas retrôs, convida para uma tarde de autógrafos com o autor do gol do
título carioca invicto do Botafogo em 1989, Maurício, neste sábado (21), das 14
às 18 horas, no Shopping Tijuca, localizado na Avenida Maracanã, número 987,
Quiosque 215, Piso L2.
Wesley Machado
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Pensando lá na frente: Jéfferson vai desfalcar o Botafogo no confronto contra o Flamengo pelo Brasileirão dia 13/10
Com a operação num dedo do goleiro Júlio César – não ficou nem no
banco no último jogo do seu time, o QPR, da 2ª divisão inglesa, mesmo antes da
contusão – o paredão do Botafogo, Jéfferson, certamente será convocado – provavelmente
já iria, agora vai ser titular – pelo técnico Felipão na próxima quinta-feira,
dia 26/09, para os amistosos contra a Coréia do Sul no dia 12/10 em Seul e diante
da inexpressiva Zâmbia no dia 15/10 em Pequim. Portanto, Jéfferson será desfalque nos
jogos contra o Flamengo dia 13, um domingo; e no dia 16, uma quarta-feira,
contra o Vitória fora de casa. A CBF já anunciou que será convocado apenas um
jogador de cada equipe brasileira, para não atrapalhar o desempenho das equipes no campeonato.
Wesley Machado
Botafogo deverá fazer amistosos nos EUA durante a Copa e poderá disputar Liga Norte-Americana
Matéria do site oficial do B.F.R. traz a informação de que o presidente do clube, Maurício Assumpção e o Diretor Comercial e de Marketing, Ayrton Mandarino, estiveram nos Estados Unidos, onde se reuniram com executivos norte-americanos para tratar de uma maior internacionalização da marca Botafogo.
Entre as propostas apresentadas está a do Botafogo disputar amistosos na terra do Tio Sam durante a Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Outra proposta é a de que o Botafogo monte um time para representá-lo na disputa da USL, Liga de Futebol do País.
Wesley Machado
Entre as propostas apresentadas está a do Botafogo disputar amistosos na terra do Tio Sam durante a Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Outra proposta é a de que o Botafogo monte um time para representá-lo na disputa da USL, Liga de Futebol do País.
Wesley Machado
Placar mentiroso
Como diria Túlio Maravilha: “Quem ganha comemora, quem perde
se explica”, ou algo do tipo. Definitivamente, o Botafogo não merecia o
resultado de ontem (quarta-feira, 18). Poderia ter saído do Mineirão pelo menos
com um empate. Até uma vitória não seria de se surpreender. Tivemos mais volume
de jogo, mas pecamos em lances decisivos. Primeiro, na cobrança de escanteio no
finzinho do 1ºtempo. Dois jogadores ficaram marcando Dedé e deixaram Nilton livre,
que se deslocou e marcou um bonito gol.
No início da etapa final tivemos a chance de empatar no
pênalti cobrado por Seedorf, que desperdiçou a oportunidade chutando para fora.
O gramado estava molhado e esta pode ser a desculpa do holandês, que parece que
escorregou. Bateu mal na bola, meio que com o tornozelo. Não pode um craque
como ele fazer uma coisas destas. Mas sabemos que ele é humano e tem o direito
de errar. Tem crédito.
O Botafogo continuou com mais posse de bola. Júlio Baptista
entrou no Cruzeiro, tirou Renato de campo, numa dividida em que o jogador do
Botafogo se deu mal. E se já não tínhamos um zagueiro titular, ficamos sem um
volante. O juiz quis compensar marcando pênalti para o Cruzeiro em jogada que o
comentarista de arbitragem Renato Marsigla disse que não houve pênalti. Júlio
Baptsita cobrou, Jéfferson quase pegou e o Cruzeiro ampliou a vantagem.
No
final, Júlio Baptista fez mais um, fechando o placar em 3 a 0, placar este que o
Rafael Marques comentou muito bem na entrevista pós jogo de que quem não viu o
jogo vai pensar que foi fácil para o Cruzeiro. Não é verdade. Tivemos bons
momentos no jogo, só não conseguimos aproveitar as oportunidades criadas, como
com Lodeiro e Elias no 1º tempo.
Agora são 7 pontos do líder, diferença que pode muito bem
ser tirada, considerando-se que o Cruzeiro tem duas partidas difíceis fora de
casa nas duas próximas rodadas, contra Corinthians (em crise) e Inter. O
Botafogo terá seis dos seus próximos oito jogos no Rio, sendo os três clássicos,
contra Fluminense, Flamengo e Vasco; e um jogo fora de casa contra o já rebaixado
Náutico.
Wesley Machado
domingo, 15 de setembro de 2013
Saibam mais sobre o campista Elias, atacante que começa a se firmar no Fogão
Ao chegar ao Botafogo, Elias respondeu um ping pong para o site do clube. Confiram abaixo:
1. Um ídolo no futebol: Ronaldo Fenômeno.
2. Jogo inesquecível: Em 2011, Botafogo 5 x 2 Resende. Fiz dois gols pelo Resende.
3. Gol inesquecível: Minha estreia pelo Bahia, contra o Sport, vencemos por 2 a 1.
4. Amigo no futebol: São vários, mas vou citar o Léo Silva, do Resende.
5. Amigo fora dos campos: Meus irmãos e meu parceiro Jean.
6. Se não fosse jogador, seria: Já quase larguei o futebol para trabalhar, mas não sei o que seria (risos).
7. Melhor time que viu jogar: Barcelona.
8. Melhor jogador que viu jogar: Ronaldo.
9. Homem que admira: Meu pai Elias e meus irmãos.
10. Mulher que admira: Minha mãe Alzeli.
11. Um sonho: Fazer muitos gols pelo Botafogo e me firmar.
12. Uma frase inspiradora: O Senhor é meu pastor e nada me faltará.
13. Música que curte: Hino evangélico, minha família é toda cristã.
14. Filme que curte: Ação.
15. O que assiste na TV: Gosto de ver futebol.
16. Um livro: Não sou muito de ler.
17. Um perfume: Angel.
18. Um carro: Sportage.
19. Um lugar: Minha casa, em Campos.
20. Animal de estimação: Não tenho.
Fonte: Site Oficial do B.F.R.
Elias: De lixador em Usina de Campos a jogador decisivo do Botafogo
Foto: Ivan Storti/ LANCE!Press
O campista Elias, com 7 gols no Brasileirão, começa a ganhar a confiança da torcida do Botafogo.
Durante a semana, a coluna Ponto Final do Jornal Folha da Manhã,
de Campos dos Goytacazes-RJ, já havia trazido a informação de que o atacante
Elias, do Botafogo, havia vindo à sua cidade natal para receber o FGTS da Usina
Sapucaia, mais uma a falir na planície goytacá.
Neste domingo, o Jornal o Diário, também de Campos, traz uma
ótima reportagem do meu colega de faculdade, o botafoguense Paulo Roberto
Rangel, em que o campista de Três Vendas, atualmente com 26 anos, conta que aos 20 largou o futebol
por um tempo para trabalhar, dentre outras coisas, como lixador da usina.
Elias revela ainda que quem o levou para fazer um teste no
Goytacaz foi um dos maiores reveladores de jogadores de Campos, o técnico de
categorias de base, meu amigo Amadeu Crespo.
Leia entrevista completa aqui.
Não dava nada pelo Elias no começo. Apesar de vê-lo fazer
boas partidas pelo Resende, não achava que conseguiria se firmar no Botafogo. E
confesso que torci o nariz para ele nas suas primeiras apresentações no time.
Mesmo fazendo gols, Elias não me convencia. Comecei a
queimar a língua naquele jogo contra o Criciúma fora de casa em que Elias
marcou um golaço de meia bicicleta, nos acréscimos, que deu a importante vitória para o
Fogão e lhe rendeu o apelido de Eliônidas da Silva. Brincadeira, claro, por conta do centenário do craque que popularizou a bicicleta.
Hoje na Vila Belmiro, Elias foi mais uma vez decisivo,
marcando dois gols de puro oportunismo. Agora sinto orgulho do Elias ser meu
conterrâneo. É Campos, que já revelou muitos jogadores para o futebol
brasileiro, produzindo mais um bom jogador.
E já deu para perceber que o cara é humilde. Tem uma bonita
história de vida. Já é o vencedor. Espero que ao final do campeonato, ele tenha
algo a mais para colocar nesta história vitoriosa. A de que fez parte de um
time campeão.
Obrigado Elias! Desculpe a desconfiança inicial. Estou torcendo por
você!
Muita bola para rolar
O colega Marcelo Pereira, do Blog Fogo Eterno, afirmou que a
partida de quarta-feira não pode ser encarada como final antecipada. E é
verdade. Claro que se o Botafogo ganhar vai dar um passo muito importante para
o título. Mas um empate contra o Cruzeiro no Mineirão, poderá ser considerado
um ótimo resultado. Afinal, nas próximas rodadas, depois do Cruzeiro, teremos
quatro jogos no Rio, Bahia, Ponte Preta, o clássico contra o Fluminense e o
Grêmio.
Wesley Machado
Funk do Hyuri
Esperamos que ele continue nos dando bons motivos para continuarmos animados!
Wesley Machado
Wesley Machado
sábado, 14 de setembro de 2013
Cruzeiro vence e obriga o Botafogo a vencer
O Cruzeiro venceu o Atlético Paranaense neste sábado no
Mineirão. O gol da vitória cruzeirense foi marcado aos 35 minutos do 1º tempo pelo
volante Nilton, aproveitando cobrança de escanteio da direita.
Com o resultado, o time celeste chega aos 46 pontos, o que
força o Botafogo (39) a vencer o seu jogo neste domingo, às 18h30, diante do
Santos na Vila Belmiro, para seguir na perseguição aos mineiros.
Na quarta-feira (18), Cruzeiro e Botafogo têm um confronto
decisivo, às 21h50, no Mineirão.
Wesley Machado
Flamengo toma mais um gol de goleiro e vira freguês do Botafogo no Showbol
Apesar de muito gente não gostar – vi um jogo em que teve
uma briga generalizada – mas tudo que envolve o Botafogo eu estou interessado.
Estou falando do Showbol.
Neste sábado (14), o Botafogo venceu o Flamengo por 8 a 6 no
Brasileiro da modalidade. Vejam os gols aqui.
E se, parodiando o Galvão, vencer é bom! Vencer o Flamengo é
melhor ainda! Não importa a modalidade esportiva.
O Botafogo, que está no Grupo C, já havia goleado o Santos por 11 a 5 na estreia
quinta-feira. E neste domingo vai enfrentar o Grêmio.
Os jogos estão acontecendo em Águas do Lindoia, interior de
SP; e estão sendo transmitidos pelo Sportv.
No jogo deste sábado, teve até gol do goleiro Gabriel, que passou recentemente pela região treinando o Quissamã.
Também marcaram Julinho (2), Possato (2), Alemão, Zé Carlos e Bruno Carvalho.
O Botafogo chegou a abrir 4 a 0, o Flamengo só conseguiu
encostar no final, quando o Botafogo relaxou após colocar 8 a 3 no placar.
O Flamengo, que até então era o bam bam bam do Showbol, já
havia perdido para o Botafogo nas semi-finais do Carioca no 1º semestre.
Atualização: Soube agora que o Botafogo foi eliminado da competição por escalar mais jogadores abaixo da idade mínima do que o permitido.
Atualização: Soube agora que o Botafogo foi eliminado da competição por escalar mais jogadores abaixo da idade mínima do que o permitido.
Wesley Machado
Túlio, Autuori e Hyuri visitam o DJ Oráculo
O DJ Oráculo, do chargista (possivelmente botafoguense!) André Guedes, recebeu a visita de três pessoas ligadas ao Botafogo. O artilheiro Túlio Maravilha, que caiu num trote de um programa humorístico de TV do Espírito Santo (vídeo aqui); o técnico campeão brasileiro de 1995, Paulo Autuori, que deixou o Vasco para ir para o São Paulo e acabou demitido do tricolor paulista; e o atacante Hyuri que tem surpreendido com gols bonitos. A melhor de todas foi a "Dança do Desempregado" para o Autuori. O Vitinho no frio russo no final também ficou muito engraçado.
Wesley Machado
Wesley Machado
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Unidos Pelo Título! Nós Somos o Botafogo!
Reparei três coisas no vídeo, além da motivação, claro, para acreditar no título! Reparem que quando Seedorf concede entrevista, aparece um scout de chances reais de gol. Nunca tinha visto isto. E no número de faltas aparace um número absurdo de 75 para o Inter, depois parece que eles consertam. Outras coisas. Reparem que o Cléber Machado, narrador da Globo, grita "Cássio!", como se o goleiro tivesse feito a defesa. Só depois percebe que a bola entrou e grita gol! Por fim, o Hyuri, desta vez, não subiu a escadinha da alegria punitiva. Da outra vez, levou o cartão amarelo. E aí, meu pai pergunta: "Prá quê aquela escadinha ali então?"
Wesley Machado
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Mais um bom resultado para o Botafogo
Em partida adiada da 10ª rodada do Brasileirão, nesta terça-feira (10), o Inter perdeu de 2 a 1 em casa para o Santos, próximo adversário do Botafogo depois do Corinthians.
Com isto, o Inter, que é um dos candidatos ao título pára nos 30 pontos e se iguala no número de jogos.
O Santos abriu 2 a 0, com um dos gols sendo marcado por Thiago Ribeiro, ex-Cruzeiro, que está de volta ao Brasil depois de uma passagem pelo Cagliari da Itália.
O Inter diminui com D'Alessandro de pênalti, marcado em lance que teve a participação de Caio, ex-Botafogo.
A partida teve como árbitro Marcelo de Lima Henrique.
Wesley Machado
Com isto, o Inter, que é um dos candidatos ao título pára nos 30 pontos e se iguala no número de jogos.
O Santos abriu 2 a 0, com um dos gols sendo marcado por Thiago Ribeiro, ex-Cruzeiro, que está de volta ao Brasil depois de uma passagem pelo Cagliari da Itália.
O Inter diminui com D'Alessandro de pênalti, marcado em lance que teve a participação de Caio, ex-Botafogo.
A partida teve como árbitro Marcelo de Lima Henrique.
Wesley Machado
Lodeiro entra jogando, sai no intervalo e Uruguai vence a Colômbia por 2 a 0 nas Eliminatórias
Cavani, camisa 21; e Stuani, camisa 11, foram os autores dos gols da vitória da Celeste. (Foto: AFP)
O jogador do Botafogo, Lodeiro, começou como titular a partida desta terça-feira (10) da Seleção Uruguaia pelas Eliminatórias. Lodeiro tentou alguns lançamentos, cobrou escanteio, se movimentou bastante, como de costume, mas muito bem marcado não conseguiu ser mais efetivo, o que fez com que o técnico Tabárez o tirasse no intervalo.
O Uruguai pressionou no 2º tempo e conseguiu o seu gol com Cavani de cabeça, aos 32 minutos. Logo depois, aos 35, Stuani ampliou o placar, que ficou definido em 2 a 0.
Foi a 3ª vitória seguida do Uruguai nas Eliminatórias, sendo duas fora de casa - a Celeste havia ficado seis jogos sem vencer.
Com o resultado, a Celeste chegou aos 22 pontos e colou no Equador, 4º lugar, com o mesmo número de pontos, mas com mais saldo.
Na próxima rodada, dia 11/10, o Uruguai terá a oportunidade de ultrapassar o adversário direto num confronto fora de casa.
Atualmente, a Celeste está na 5ª colocação e estaria indo para a repescagem, onde pegaria a Jordânia.
Wesley Machado
Botafogo faz 4 na Ponte Preta e avança às oitavas da Copa do Brasil Sub-20
Foto: Divulgação
Botafogo goleou a equipe campineira para avançar na competição
O Botafogo está classificado para as oitavas de final da Copa do Brasil Sub-20. Nesta terça-feira, a equipe carioca recebeu a Ponte Preta no Estádio Los Lários e goleou por 4 a 0 para avançar na competição.
Depois de perder por 1 a 0 na partida de ida, semana passada, o Botafogo precisava, no mínimo, de uma vitória por dois ou mais gols de diferença. E foi o que conseguiu, até com sobras. Andreazzi abriu o placar, Jefferson ampliou, enquanto Daniel e Kerlyson fecharam o marcador.
Na próxima fase da competição, o time carioca enfrenta quem se classificar entre São Paulo e Paraná. No primeiro jogo entre as equipes, empate por 0 a 0. A partida de volta acontece na próxima quarta-feira, no Laudo Natel, em Cotia, casa do São Paulo.
As informações são do site da ESPN Brasil.
Wesley Machado
domingo, 8 de setembro de 2013
Quem canta por último, canta melhor!
O Sportv, leia-se Globo, colocou o áudio da torcida do Criciúma cantando o jogo todo, como bem observou o PC no blog dele.
Mas, agora, quem canta é a gente!
Wesley Machado
Wesley Machado
sábado, 7 de setembro de 2013
Seja bem vinda de volta, Beth Carvalho!
Recuperando-se de uma cirurgia na coluna e desde maio de 2012 sem pisar num palco para cantar, a madrinha do samba, a botafoguense Beth Carvalho, estará de volta neste sábado (7), às 22 horas, no Vivo Rio (Av. Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo) para um show do seu cd mais recente "Nosso Samba Tá Na Rua", vencedor do Grammy Latino, que tem apenas uma música inédita "Parada Errada", sobre a mãe de um viciado em crack, mas que traz alguns clássicos como "Coisa de Pele" e "Lucidez", ambas de Jorge Aragão; e "As Rosas Não Falam" (Cartola). Esperamos que domingo o Fogão jogue do jeito que a gente gosta, né Beth?
Wesley Machado
Comentarista afirma torcer para o Botafogo ser campeão: "Time que gosto de ver jogar"
Em sua coluna de ontem (sexta-feira, 6) no Jornal Povo do Rio, o vascaíno Jorge Nunes, que chegou a chamar Fellype Gabriel de "pereba" (relembre aqui), afirmou que "o título do Brasileiro ou vai para Minas com o Cruzeiro, ajeitado por Marcelo Oliveira, ou para o Corinthians de Tite". Mas em seguida Jorginho disse que torce para que dê Botafogo, time que ele afirma gostar de ver jogar.
O comentarista escreveu que o Cruzeiro é oscilante e que o ideal é o equilíbrio. "No Brasil, só duas equipes jogam assim (equilibradas - grifo do autor): o Botafogo de Oswaldo de Oliveira e o Corinthians, de Tite".
Wesley Machado
O comentarista escreveu que o Cruzeiro é oscilante e que o ideal é o equilíbrio. "No Brasil, só duas equipes jogam assim (equilibradas - grifo do autor): o Botafogo de Oswaldo de Oliveira e o Corinthians, de Tite".
Wesley Machado
Lodeiro assiste do banco à vitória de 2 a 1 do Uruguai nas Eliminatórias
Lodeiro pôde observar com mais atenção as belas garotas peruanas que se apresentavam nas arquibancadas do Estádio Nacional com roupas para lá de sexy. (Foto: EFE)
O meia-atacante do Botafogo, Nicolás Lodeiro, não entrou na partida desta sexta-feira (6) válida pelas Eliminatórias em que a
Seleção Uruguaia venceu o Peru, adversário direto, fora de casa pelo placar de
2 a 1, dois gols de Luisito Suárez para a Celeste, sendo o 1º de pênalti aos 42
minutos do 1º tempo; e o segundo aos 21 minutos da 2ª etapa. O Peru descontou
com Farfan de falta aos 38 da etapa final.
Com o resultado, o Uruguai foi a 19 pontos e manteve-se na
5ª posição abrindo três pontos da Venezuela,
6ª colocada. O Peru permaneceu com 14 em 7º lugar.
Na próxima terça-feira, dia 10, o Uruguai recebe a Colômbia
às 19:00 (Horário de Brasília).
Wesley Machado
Wesley Machado
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Paulo Mendes Campos e o Botafogo
Em tempos de Bienal do Livro no Rio de Janeiro - termina neste domingo e infelizmente não poderei ir - indico uma série de textos do botafoguense Paulo Mendes Campos (1922-1991) inclusos no livro sobre futebol "O gol é necessário" (Editora Record, 2000), de onde foram retiradas frases famosas, como a "Há coisas que só acontecem ao Botafogo":
O Botafogo e eu
Que partilhamos defeitos e qualidades comuns, não há dúvida. Nos meus torneios, quando mais preciso manter os números do placar, bobeio num lance, faço gol contra, comprometo, tal qual o Botafogo, numa difícil campanha.
A mim e a ele soem acontecer sumidouros de depressão, dos quais irrompemos eventualmente para a euforia de uma tarde luminosa. Sou preto e branco também, quero dizer, me destorço para pinçar nas pontas do mesmo compasso os dualismos do mundo, não aceito o maniqueísmo do bem e do mal, antes me obstino em admitir que no branco existe o preto e no preto, o branco.
Sou um menino de rua perdido na dramaticidade existencial da poesia; pois o Botafogo é um menino de rua perdido na poética dramaticidade do futebol. Há coisas que só acontecem ao Botafogo e a mim. Também a minha cidadela pode ruir ante um chute ridículo do pé direito do Escurinho.
O Botafogo tem uma sede, mas esqueceu a vida social; também eu só abro os meus salões e os meus jardins à noite silenciosa. O Botafogo é de futebol e regatas; também eu sou de bola e de penosas travessias aquáticas. O Botafogo é um clube com temperamento amadorístico, mas forçado, a fim de não ser engolido pelas feras, a profissionalizar-se ao máximo; também sou cem por cento um coração amador, compelido a viver a troco de soldo.
Reagimos ambos quando menos se espera; forra-nos, sem dúvida, um estofo neurótico. Se a vida fosse lógica, o Botafogo deixaria de levar o futebol a sério, fechando suas portas; eu, se a vida fosse lógica, deixaria de levar o mundo a sério, fechando os meus olhos.
O Botafogo é capaz de quebrar lanças por um companheiro injustiçado pela Federação; eu aguardo a azagaia de uma justiça geral. O Botafogo pratica em geral o 4-3-3; como eu, que me distribuo assim em campo: no arco, as mãos, feitas para proteger minha porta; na parede defensiva, meus braços, meu peito aberto, meus joelhos e meus pés; no miolo apoiador, trabalho com os pulmões e o fígado; vou à ofensiva com a cabeça, a loucura e o coração. Falta um, Zagalo. Em mim, essa energia sem colocação definida é a alma, indo e vindo, indistinta, atônita, sarrafeada, desmilingüindo-se até o minuto final.
O Botafogo é capaz de cometer uma injustiça brutal a um filho seu, e rasgar as vestes com as unhas do remorso; como eu.
O Botafogo põe gravata e vai à macumba cuidar de seu destino; eu meto o calção de banho e vou à praia discutir com Deus. O Botafogo não se dá bem com os limites do sistema tático; tem que ser como eu, dramaticamente inventado na hora.
Miguel Ângelo é botafogo, Leonardo é flamengo, Rafael é fluminense; Stendhal é botafogo, Balzac é flamengo, Flaubert é fluminense; Bach é botafogo, Beethoven é flamengo, Mozart é fluminense. Sem desfazer dos outros, é com eles que eu fico, Miguel, Henrique, João Sebastião.
Dostoiévski é Botafogo, Tolstói é flamengo (na literatura russa não há fluminense); Baudelaire é fluminense, Verlaine é flamengo, Rimbaud é Botafogo; Camões não é vasco, é flamengo, Garrett é fluminense, Fernando Pessoa é Botafogo. Sim, Machado de Assis é fluminense, mas no fundo, no fundo, debaixo da capa cética, Machado, um bairrista, morava onde? Laranjeiras!
O Botafogo é paixão, é Brasil, é confusão; Paulo Mendes Campos é paixão, Brasil, confusão.
O Botafogo conquistou um campeonato esmagando inesperadamente o Fluminense de 6 x 2; uma vez, enfrentei um dragão enorme e entrei no castelo encantado.
O Botafogo, às vezes, se maltrata, como eu; o Botafogo é meio boêmio, como eu; o Botafogo sem Garrincha seria menos Botafogo, como eu; o Botafogo tem um pé em Minas Gerais, como eu; o Botafogo tem um possesso, como eu; o Botafogo é mais surpreendente do que conseqüente, como eu; ultimamente, o Botafogo anda cheio de cobras e lagartos, como eu.
O Botafogo é mais abstrato do que concreto; tem folhas-secas; alterna o fervor com a indolência; às vezes, estranhamente, sai de uma derrota feia mais orgulhoso e mais Botafogo do que se houvesse vencido; tudo isso, eu também.
Enfim, senhoras e senhores, o Botafogo é um tanto tantã (que nem eu). E a insígnia de meu coração é também (literatura) uma estrela solitária.
Botafogo dos Botafogos
Eu me assentarei nas arquibancadas para sofrer noventa minutos; mas a sua vitória será doce como os frutos. A sua ala esquerda pode desferir chutes indefensáveis, e a sua ala direita é mais insinuante do que o vento.
Eu vos conjuro, botafoguenses de todo o Brasil, a comparecer ao Maracanã; para o que der e vier; aquele é o Garrincha, ei-lo que vem como um cabrito montês, saltando os obstáculos; eis que entra na área adversária, causando um pânico formidável.
Se o Botafogo entrar bem, eu andarei pelos bares da praia até que assopre o dia e declinem as sombras; jardim fechado será a sua defesa, jardim fechado, fonte selada; Nilton Santos é como o aquilão, assoprando de todos os lados; e muito difícil será contê-lo. Dorme, Adalberto, ele velará o seu sono.
Eis que é Didi batendo à porta do adversário, e dizendo: "Abre, Castilho, sou eu"; e a sua folha-seca será bonita como um exército carregado de bandeiras; o Botafogo entrou por uma fresta e as entranhas do Fluminense estremeceram.
Os tricolores fecharam a porta com um pesado ferrolho; mas o Botafogo já tinha se ido, e era já passado a outra parte. O meu time é alvo e negro, e possui uma estrela solitária. Suas vitórias são melhores que o vinho; seus campeonatos são como a mirra preciosa.
O Botafogo desceu pela direita, terrível como um exército ordenado; nem todos os cacás do mundo terão forças para detê-lo; quem é este que avança pelo centro como um leão esfomeado? E eis que é o Paulinho abrindo a marcação dos contrários como um leão esfomeado; põe o teu selo sobre a leiteria, para que as gerações pronunciem o teu nome com respeito.
P.S.- Trecho de uma "crônica" ruim e nervosa que saiu publicada na manhã de 22 de dezembro de 1957 no Diário Carioca. Ruim, porém profética: no fim da tarde, o Botafogo era o campeão carioca, tendo vencido o Fluminense de 6 a 2, 5 gols de Paulinho Valentim e 1 de Garrincha.
Salvo pelo Flamengo
Desde garotinho que não sou Flamengo, mas tenho pelo clube da Gávea um dívida séria, que torno pública neste escrito. Em 1956, passei uma semana em Estocolmo, hospedado em um hotel chamado Aston. Era primavera, pelo menos teoricamente, havia um congresso internacional na cidade, os hotéis estavam lotados, criando contratempos para turistas do interior ou estrangeiros. A recepção do Aston, por exemplo, vivia sempre cheia de gente implorando por um quarto ou discutindo a respeito de uma reserva feita por telegrama ou telefone.
Estava há dois ou três dias na cidade, quando me pediram para receber um brasileiro e encaminhá-lo ao hotel, onde lhe fora reservado de fato um apartamento. Era uma hora da madrugada quando entramos no hotel e me encaminhei até o empregado do balcão, dando-lhe o nome do meu amigo e lembrando-lhe a reserva. O funcionário, homem de uns sessenta anos e de uma honesta cara escandinava, tomou uma atitude estranha e difusa, que a princípio me surpreendeu e ia acabando por me indignar: ele não confirmava a existência da reserva, nem deixava de confirmar.
Como começasse a protestar, vi que seu rosto tomava uma expressão aflita; eu entendendo cada vez menos. Quando passei a exigir o apartamento com alguma energia, o homem, trêmulo, nervoso, pediu-me desculpas e trouxe afinal a ficha de identificação. Foi aí que vi levantar-se da penumbra de uma saleta contígua o gigante.
Se o leitor conhece um homem forte, mas muito forte mesmo, imagine uma pessoa duas vezes mais forte, e terá uma vaga idéia desse gigante que veio andando até nós, botando ódio pelos olhos e espetacularmente bêbado. O monstro passou por mim com desprezo e, agarrando o empregado pela gola do uniforme, entrou a sacudi-lo e insultá-lo em sueco. Às vezes, éramos arrolados nessa invectiva, pois o gigante nos apontava enquanto dizia coisas.
O empregado, demonstrando possuir um bom instinto de conservação, deixava-se sacolejar à vontade. Rosnando assustadoramente, o ciclope foi sentar-se de novo na saleta, onde só então dei pela presença de outro sujeito, também bêbado, mas sinistramente silencioso. É hoje, pensei. Sair do meu Brasilzinho tão bom, fazer uma viagem imensa, para ser trucidado sem explicação por um bêbado.
O fato de ser na Suécia, onde arbitrários atos de violência não são comuns, ainda tornava mais absurdo, um absurdo existencialista, o meu triste fim. Indaguei do empregado o que se passava. Ficou mudo. Insisti na pergunta, e ele, sussurrando desamparadamente, explicou-me que o gigante estava a pensar: primeiro, que não conseguira vaga no hotel por ser sueco e estar embriagado; segundo, que nós conseguíramos por ser americanos, norte- americanos.
Ora, se meu amigo de fato era meio ruivo, seu jeitão era mineiro; quanto a mim, se fosse americano, só poderia ser filho de portugueses. Por outro lado, o meu inglês amarrado não deixava a menor dúvida sobre a questão de ser ou não ser americano. Só mesmo um sueco bêbado em uma madrugada de neve e vento iria supor que fôssemos americanos. Mas agora era o próprio gigante que bradava para nós com sarcasmo e ira: - American! American!
Fiquei um pouco mais esperançoso, acreditando que ele falasse inglês, e disse-lhe, exagerando minha alegria e meu orgulho por isso, que não éramos americanos coisa nenhuma, éramos brasileiros. Não entendeu ou talvez pensou que estivéssemos covardemente a renegar a nossa pátria, voltando a vociferar, em um esforço
lingüístico que contraía todos os músculos de seu rosto: - American! Dollar! No like!
As palavras em si significavam pouco, mas a maneira de exprimi-las era de um eloqüência que teria destruído Catilina muito mais depressa que os discursos de Cícero. Durante alguns minutos mantivemos os dois uma polêmica oratória nestes termos:
- American!
- No, brazilian!
- American!
- Brazilian!
Essa versátil discussão ia levar-me ao abismo, quando de súbito me pareceu que a palavra “brazilian” havia penetrado por fim em sua testa granítica. Descontraindo os músculos, o gigante me perguntou:
- Brazil?! No american? Brazil?
Não tinha certeza se ele estava me gozando, mas sua expressão era tão estranhamente deslumbrada e infantil, que afirmei cheio de entusiasmo:
- Yes, Brazil!
Ele se levantou, cambaleou, aproximou-se, apontou meu amigo:
- Brazil?
- Brazil, Brazil.
Veio chegando, sorrindo, em pleno estado de graça, e gritou com alma, como se saudasse o nascimento de um mundo novo:
- Flamengo!! Flamengo!!
Imediatamente, o gigante entrou em transe e começou a fazer problemáticas firulas com uma bola imaginária, mas dando a entender cabalmente o quanto ele admirava (admirava é pouco: o quanto ele amava) o malabarismo dos nossos jogadores.
O gigante se desencantara, virando menino. A certa altura, depois de fazer um passe de letra, parou e confessou-me com um orgulho caloroso:
- I Flamengo! I Rubens!
Ele não era sueco, não era gigante, não era bêbado, não era um ex-campeão de hóquei (conforme soube depois), era Flamengo, era Rubens. Depois cutucou-me o peito, tomado de perigosa dúvida:
- You! Flamengo?
Que o Botafogo me perdoe, mas era um caso de vida ou de morte, e também gritei descaradamente:
- Flamengo! Yes! Flamengo! The greatest one!
Wesley Machado
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Palpite Feliz!
Cabeça acertou o placar: 3 a 1. Errou quem faria os gols.
Disse que seriam dois de Seedorf e um de Elias. Mas quem imaginaria que o
garoto Hyuri, de 21 anos, faria dois gols, o primeiro aproveitando bem o
cruzamento de Rafael Marques e acertando uma boa cabeçada para o chão e o
segundo numa bonita jogada na qual se livrou de toda a zaga adversária. Belo
cartão de visita do menino que provou ser botafoguense desde criança e se
emocionou ao marcar um gol contra o Flamengo pelo Audax no Carioca.

Agora fiquem
com alguns gritos da torcida hoje:
“Ô,ô,ô, ô, ô, ô, ô, ô, melhor do Rio!”
“Fogo, eu te amo. Fogo, eu te amo, meu amor. Fogo, eu te
amo. O meu sangue ferve por você” (versão da música do botafoguense Sidney
Magal)
Leiam mais crônicas de bares botafoguenses em Campos:
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Botafogo estreia com derrota na Copa do Brasil Sub-20
O Botafogo estreou na tarde desta quarta-feira (4) na Copa do Brasil Sub-20, competição que reúne 32 equipes em jogos eliminatórios (mata-mata). Diante da Ponte Preta fora da casa, o Alvinegro Carioca foi derrotado pelo placar de 1 a 0, gol no 2º tempo. O jogo foi transmitido pela ESPN Brasil.
O jogo de volta será no dia 10/09, terça-feira que vem, no estádio Los Larios, do Tigres do Brasil, em Duque de Caixias. O Botafogo precisará vencer por dois gols de diferença se quiser se classificar.
O vencedor deste confronto enfrentará São Paulo ou Paraná.
Wesley Machado
O jogo de volta será no dia 10/09, terça-feira que vem, no estádio Los Larios, do Tigres do Brasil, em Duque de Caixias. O Botafogo precisará vencer por dois gols de diferença se quiser se classificar.
O vencedor deste confronto enfrentará São Paulo ou Paraná.
Wesley Machado
Resultado ruim: Embalado, Furacão bate Santos e abre três pontos
Se ontem (terça-feira, 3) a rodada começou com um ótimo resultado para o Botafogo, nesta quarta-feira, num dos jogos das 19h30, o resultado não foi bom pro Fogão. O embalado Atlético Paranaense venceu mais uma, desta vez prá cima do Santos (2 a 1) e chegou aos 33 pontos. Para ultrapassar o Fucarão nesta quinta, o Glorioso precisa vencer o Coritiba por três gols de diferença. Vamos ver o que o Cruzeiro vai fazer daqui há pouco contra o Bahia fora de casa. Pelo menos um empatezinho. Mas o ideal seria a derrota.
Wesley Machado
Wesley Machado
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Ótimo resultado: Grêmio perde para o Goiás na abertura da 18ª rodada
Nem sabia que tinha jogo do Brasileirão nesta terça-feira. Mas teve. E com um ótimo resultado para o Fogão. O Grêmio perdeu de 2 a 0 para o Goiás no Serra Dourada, com direito a dois gols do gordinho Walter, o primeiro aproveitando falha do goleiro Dida e o segundo uma pintura onde o artilheiro deu um chapéu no adversário e chutou forte para o gol. E olha que esta partida não foi atrasada não. O Grêmio parou nos 31 pontos com um jogo a mais. E na quinta-feira diante do Coritiba, às 19h30, no Maracanã, poderemos recuperar a vice-liderança. Antes vamos ter de secar o Atlético Paranaense, que recebe o Santos, nesta quarta, às 19h30. A diferença entre Botafogo e CAP está no saldo de gols. A liderança, vamos precisar de pelo menos duas rodadas para retomar, já que o Cruzeiro abriu 4 pontos na frente. Os mineiros têm um jogo difícil contra o Bahia fora de casa, nesta quarta, às 21h50, partida esta em que certamente perderão pontos. Dá até para terminar o 1º turno na ponta.
Wesley Machado
Wesley Machado
domingo, 1 de setembro de 2013
Pre-para: Anitta é Botafogo!
Capa do Jornal Meia Hora, o rei das manchetes estapafúrdias, traz a febre do momento, a cantora Anitta, que na verdade se chama Larissa, vestindo a camisa do Fogão! Ela diz que não entende nada de futebol, mas que torce para o time do pai, que é botafoguense!
Wesley Machado
Wesley Machado
Botafogo em Campos (1975)
O amigo pesquisador mais roxinho que flamenguista Wilson Carlos achou esta foto no acervo da Liga Campista de Desportos. Consegui identificar três jogadores, o goleiro Wendell, o zagueiro Pai D'égua ao lado dele e o inconfundível lateral Marinho Chagas, o "Bruxa", de cabelos grandes loiros.
Solicitei a ajuda do pesquisador do Botafogo, Pedro Varanda, do Blog Data Fogo, que conseguiu identificar todos os jogadores e a ficha completa com a escalação.
"Da esquerda para direita em pé: Miranda, Cedenir, Wendell, Arthur Pai D'égua (ex-Ceará), Ademir Vicente e Marinho Chagas;
Da esquerda para direita agachados: Carbone, Carlos Roberto, Nílson Dias, Fischer e Dirceu.
BOTAFOGO 1 x 1 AMERICANO (RJ)
Data – 15 / 10 / 1975
Local – Godofredo Cruz (Campos)
Árbitro – Silvestre Campos Filho
Competição – Amistoso
Botafogo – Wendell, Miranda, Cedenir, Artur e Marinho Chagas; Carbone, Carlos Roberto e Dirceu (Dílson); Ademir Vicente, Fischer e Nílson Dias (Puruca). Técnico: Zagallo. Gol: Nílson Dias. Fonte: O Dia, que confere com O Globo
Americano: Gato Félix, Mundinho, Luisinho, Luís Alberto (Marcelo) e Capetinha; Didinho, Silvinho e Paulo Roberto; Luís Carlos (Chico), Albéris (Dionísio) e Rangel. Fonte: O Globo
Obrigado aos amigos pesquisadores Wilson Carlos e Pedro Varanda.
Wesley Machado
Atualizado com a escalação do Americano.
Wesley Machado
Atualizado com a escalação do Americano.
Do Fut Pop Clube: "Seedorf. No traço de Lehel Kóvacs."
Um dos melhores blogs de cultura de futebol é o Fut Pop Clube, que fez um belo post em homenagem ao nosso craque Clarence Clyde Seedorf! Confira abaixo:
"Fala sério: quem não gostaria de ter um 10 como Seedorf no seu time?
Eu gostaria! E muito! Já disseram: o cara é praticamente um técnico em campo.
O craque holandês nascido no Suriname é o tema da segunda ilustração feita especialmente para o blog Fut Pop Clube pelo designer gráfico romeno Lehel Kóvacs, depois da bela dica do Futebol de Campo.Se me permitem a intimidade, “Sidão” foi o primeiro jogador a ganhar a Champions League por três times diferentes. em 94-95 pelo Ajax, em 97-98 pelo Real Madrid e duas vezes pelo Milan: 2002-03 e 2006-07! Depois dessas Champions, só não ganhou o Mundial de Clubes em 2002-03.
Eu gostaria! E muito! Já disseram: o cara é praticamente um técnico em campo.
O craque holandês nascido no Suriname é o tema da segunda ilustração feita especialmente para o blog Fut Pop Clube pelo designer gráfico romeno Lehel Kóvacs, depois da bela dica do Futebol de Campo.Se me permitem a intimidade, “Sidão” foi o primeiro jogador a ganhar a Champions League por três times diferentes. em 94-95 pelo Ajax, em 97-98 pelo Real Madrid e duas vezes pelo Milan: 2002-03 e 2006-07! Depois dessas Champions, só não ganhou o Mundial de Clubes em 2002-03.
Pelo Ajax, também foi bicampeão holandês, ganhou uma Copa da Holanda e uma Supercopa nacional.
Pelo Real Madrid, também foi campeão espanhol (96-97) e, em seguida, da Supercopa de España.
Depois de dois anos na Inter, mudou para a parte rossonera. No Milan, foi campeão de tudo. Incluindo 2 ligas italianas, 1 Coppa, 1 Supercoppa italiana e 1 europeia – além dos citados títulos da Champions (2002-03 e 2006-07) e do Mundial de Clubes 2007.
Que orgulho para a torcida do Botafogo ter Seedorf com a 10 do clube da estrela solitária.
O “professor” chegou e já conquistou Taça Guanabara + Taça Rio = campeão estadual do Rio 2013. Por enquanto… Pode vir mais taça por aí.
Confira também:
- Site oficial de Seedorf: http://www.seedorf.com/
- Perfil de Seedorf no site do Botafogo
- Ilustração anterior de Lehel Kóvacs: ‘Burrito’ Ortega
- Site oficial do designer gráfico Lehel Kóvacs: http://www.kolehel.com/
- Post do Futebol de Campo sobre o ilustrador"
Postado por Wesley Machado.
"Túlio 999, respeito", por Xico Sá para a Folha de São Paulo
"Amigo torcedor, amigo secador, o cara é tratado como folclórico, como se o folclore fosse uma coisa ruim e depreciativa, tudo bem, "folk" e "lore", do inglês, costumes de um povo, conhecimento de uma gente, fala sério, desculpa, mas uma das coisas que aprecio nos seres humanos, boleiros ou não, é a obsessão, e hoje, desculpa mídia inteligente de elite, só quero saber do Vilavelhense x Desportiva Ferroviária.
Postado por Wesley Machado.
No tal embate, Túlio Maravilha pode chegar ao milésimo gol. Quem busca o milésimo, seja quem for, mesmo a gente dando um desconto de cem gols como margem de erro, merece respeito. Seja o Túlio seja o bravo Romário, seja o amigo flamenguista Leo Jaime, que diz ter feito dois mil e tantos. É sério.
Preste atenção, meu velho, são gols, não são crimes, e, quase sempre, vemos a austera imprensa caçoando de tal feito. O 999 do Túlio ganhou o apelido de "gol moqueca", justa homenagem ao Estado que o recebeu, aos 44 anos. Trabalha e confia, Espírito Santo.
Tem gente que invoca com o singelo trocadinho que o artilheiro fatura nesse projeto louco. Que mal há nisso. Gente hipócrita que ama tanto o dinheiro que não admite que alguém o ganhe fazendo gol e graça. Deixa o cara, pô, se hoje ele faz diante de meia dúzia de torcedores, já fez para o Goiás e para o gigante Botafogo com o Maraca lotado.
Eu mesmo odeio o que ele fez com o Santos em 95. Mas basta lembrar o que o meu amor na época, Daniela Rocha, dizia: "Que cara boa tem esse teu novo inimigo". De acordo. Ia ao Pacaembu com a Dani no tempo em que podíamos atirar radinho de pilha no bandeirinha. Não chegava a tanto. Quebrava o radinho na arquibancada mesmo.
Tomara que saia hoje o milésimo. De tanto a imprensa caçoar, estou na torcida. O brasileiro despreza o épico. Só gosta do goleador chato. Como o Túlio tira onda, está condenado. O brasileiro é um paulistano de nascença. Já nasceu desconfiado da nossa possibilidade do épico.
Gols, verdadeiros ou fictícios, não são crimes. São sonhos. Lindos sonhos de criança. Senhores comentaristas, sejam menos sérios, por favor, acreditem no futebol como fantasia, não como se fosse uma estupidez da política. De tanto levar a sério essa coisa, a gente acaba ajudando a provocar a violência.
Volto ao meu amor safra 95: "Eles discutem tão sério que parece que é uma assembleia da ONU", dizia Dani, musa linda de Sorocaba e do mundo, sobre as mesas redondas.
Feliz gol mil, Túlio. És uma figura. Se não sair hoje, juro que estarei contigo na próxima tentativa. Persegues a alegria, a prova dos nove, moqueca é capixaba, o resto é peixada. Aquele abraço."
Xico Sá
Informações em figurinhas
Suderj informa: Sai Jéfferson, entra Renan
Neste domingo, contra o São Paulo, começa a série de partidas nas quais não teremos o goleirão Jéfferson. Esta 1ª pelo fato dele estar suspenso com o 3º amarelo e as outras três porque ele estará com a Seleção. Vamos torcer para o Renan se sair bem, mas sabemos que não é a mesma coisa sem Jéfferson no gol. Também é querer demais. Afinal, Jéfferson é o melhor goleiro do Brasil na atualidade. Renan não é de todo ruim, mas aí já é exigir muito que ele mantenha o nível do Jéfferson. O problema é que Renan está pendurado e se levar cartão, teremos de aturar o Milton Raphael, que no ano passado já provou que não passa segurança. Neste caso, preferiria o Andrey. Realmente, há coisas que só acontecem com o Botafogo. Depois dos dois laterais direitos se machucarem, agora poderemos ter de usar o 3º goleiro.
Uma zaga e tanto

Craque, Ídolo
O que dizer sobre Seedorf? O cara é genial. E mesmo quando
não joga tão bem, como na última quarta-feira, é fundamental para a equipe,
participando dos lances dos dois gols que garantiram a classificação do Fogão
para as quartas-de-final da Copa do Brasil. Oswaldo concedeu entrevista na qual
comentou que Seedorf está cansado. Deu a entender que ele poder ser poupado para
a partida deste domingo diante do São Paulo no Maracanã. Seedorf já ficou de
fora de vários jogos. Definitivamente, ele não tem condições de atuar duas
vezes por semana.
Wesley Machado
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