segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Bom Senso

Depois da sequência de cinco vitórias consecutivas, já são quatro jogos sem fazer gol. E a tão sonhada vaga na Libertadores começa a ficar ameaçada. Não venha o técnico Jair Ventura dizer que não é obrigação. Porque seria uma frustração se não a conquistarmos. Há muito tempo que não pensamos mais em rebaixamento. Não tem mais essa. Ele que vem escalando e mexendo mal nas últimas partidas. Quarta contra a Chapecoense, voltou a inventar Diogo Barbosa no meio. E com o jogador vindo de contusão. Como é então que quando Sassá está vindo de contusão ele não coloca o artilheiro do Botafogo de titular? Se precisamos é de gol, quem tem de começar jogando é o Sassá, nosso artilheiro. Neste domingo contra o Palmeiras, tirou Dudu Cearense, que vinha sendo um dos melhores em campo; e manteve o inoperante Rodrigo Lindoso, que não marca - no gol do adversário ficou só olhando - e não cria nada. Jair precisa rever seus conceitos. E o Botafogo tem de voltar a fazer gol logo e a vencer. Porque uma vitória contra a Ponte Preta sábado é fundamental para a classificação à Libertadores. Já tem um movimento pedindo que o jogo seja no Maracanã. Eu também penso assim. Será um jogo decisivo, em que a força da torcida poderá empurrar o time para a vitória e a consequente classificação. Acordemos!

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Léo Moura pode pintar no Fogão em 2017

O nome de Léo Moura, jogador que vai completar 38 anos no próximo domingo (23), já está sendo especulado no Botafogo para 2017.

Léo Moura foi revelado no Botafogo, mas teve uma passagem marcante no arquirrival Flamengo, clube o qual ele colocou na justiça recentemente cobrando pendências financeiras.

Léo Moura atualmente está no Santa Cruz, praticamente rebaixado para a Série B e que estaria com os salários atrasados.

Léo Moura também teve passagem pelos outros dois clubes grandes do Rio de Janeiro, o Fluminense e o Vasco. Jogou ainda no Palmeiras e por pouco tempo nos Estados Unidos.

Opinião do blogueiro: Sabemos que a notícia vem num momento em que é preciso manter o foco, mas somos um veículo de comunicação e temos o dever de informar, por mais que seja apenas uma especulação.

Trata-se de um grande jogador, que ainda joga muita bola, não erra um passe. Tem vaga certa no time. O bom filho à casa retorna.

domingo, 18 de setembro de 2016

Uma vitória tipicamente botafoguense

Não tenho vindo muito por aqui. Tenho procurado não desanimar com as derrotas e não me empolgar com as vitórias. Conhecemos bem o Botafogo e sabemos que ele sempre nos prega uma peça. Foi assim na última rodada. E hoje, mais uma vez, o Botafogo foi imprevisível. Por mais que eu acreditasse na vitória.

Quando soube que o jogo ia passar no Sportv - não tenho o pacote (PFC), optei por assistir à partida em casa junto do meu núcleo familiar, minha esposa e minhas duas filhas. Devo admitir que devido ao cansaço vi a peleja deitado e só me levantei com a marcação do pênalti - a meu ver não foi.

Levantei-me para pegar os santinhos de Nossa Senhora da Conceição, padroeira do clube, beijá-los e pedir que Sidão pegasse a cobrança. Fui atendido. E não é que em mais até do que eu pedi. Num contra-ataque, Rodrigo Pimpão fez um carnaval na defesa adversária e fez um gol com um golpe de karatê e a la Botafogo, com muita luta e sofrimento - a bola demorou uma eternidade para entrar.

Liguei para o meu pai ao final do 1º tempo para comentar a partida. E falei que estava pensando em ir ver o 2º tempo na casa dele. O problema era a superstição, afinal no 1º tempo tudo havia dado certo. Ele aprovou a mudança das coisas.

Chegando à casa do meu pai, ele começou a reclamar do Diérson, cabeça de área garoto, que segundo meu pai não tem função alguma no time, nem mesmo tática. "Nem falta ele faz", argumentou.

Foi ouvindo as reclamações do meu pai em relação a Diérson que eu sofri todo o 2º tempo, com o Botafogo perdendo gols e a chance de matar a partida. Mas, graças a Deus, à Nossa Senhora da Conceição, a Pimpão e a Sidão, o Botafogo venceu um jogo difícil. O time todo esteve bem.

De volta para minha casa, falei com minha filha mais velha: O Botafogo ganhou! E a mais nova perguntou: "Botafogo Campeão"(?), se referindo ao hino que ela está começando a aprender. Eu falei: Isto, minha filha, Botafogo Campeão!

Se a meta era ficar entre os 10, já estamos cumprindo. Mas o que impede de sonharmos com o famoso "algo mais"?

domingo, 14 de agosto de 2016

Cala boca

Como são as coisas. Um dos jogadores mais criticados pela torcida nos últimos jogos e com quem eu já tinha perdido a paciência, o lateral esquerdo Diogo Barbosa, foi o autor da jogada que resultou no gol da vitória nos acréscimos do Botafogo neste domingo fora de casa diante do São Paulo.

E quem fez o gol foi o Sassá, o qual eu cheguei a chamar de "ruim" aqui em postagem passada, muito pela influência do meu pai que o considera grosso. Mas uma coisa não se pode falar dele no que concerne à vontade e, em especial, a estrela que tem para fazer gols decisivos.

Duas coisas são certas. Sassá tem de ser titular já. O gringo Canales ainda não disse a que veio. E não dá mais para aguentar Renan Fonseca na zaga. Eita zagueiro moleirão. O técnico Jair Ventura Filho precisa urgentemente tirá-lo do time. Para o nosso bem.

domingo, 17 de julho de 2016

Como em 89




 


Sábado estive na inauguração oficial da Arena Botafogo para assistir ao empate em 3 a 3 entre Botafogo e Flamengo. Um jogo emocionante, que parecia perdido, quando o adversário fez 3 a 1. Perdido não para mim, que costumo acreditar sempre até o fim. Soube até que algumas pessoas chegaram a sair do estádio quando o rubro-negro abriu dois gols de diferença. Mas eu não desanimei. Cheguei a gritar que dava para empatar. No lance do gol de empate, quando Neílton pegou a bola pela esquerda, eu ajoelhei e, com o santinho da foto acima, rezei para Nossa Senhora da Conceição, padroeira do Botafogo, que me atendeu. Os jogadores que aparecem na última foto foram os principais personagens da partida. Salgueiro, que marcou seu primeiro gol com a camisa gloriosa. E logo contra o maior rival. Na hora certa. E Aírton, que aplicou um lindo chapéu no traíra Willian Arão na jogada do primeiro gol. Por falar no primeiro gol, vale destacar também o belo gol do lateral esquerdo Diogo Barbosa, também o primeiro dele com a camisa do clube. Outros destaques vão para Camilo, que fez a jogada do gol de empate; Neílton, autor do segundo gol, que nos manteve vivos; e Luís Ricardo que, junto de Aírton, fez a jogada do segundo gol. Destaco ainda o zagueiro Emerson, que mesmo contundido, jogou bravamente, levando o time para frente e chegando a atuar de atacante. O resultado não foi bom - se ganhássemos estaríamos melhor colocados na tabela - mas diante das circunstâncias saímos com o sabor de vitória. Vamos terminar a rodada fora da zona de rebaixamento e no final de semana temos um jogo difícil contra a Chapecoense fora de casa. Devo lembrar, conforme faz referência o título da postagem, que tanto o placar como a ordem dos gols são idênticos ao jogo do segundo turno do Campeonato Carioca de 89 em que acabamos campeões. A quase reação diante do Atlético Mineiro já havia me lembrado a partida com o Cruzeiro em 95. De superstições em superstições, vamos mantendo a esperança de que o time alce voos mais altos na competição. Para terminar, quero dizer que gostei muito do estádio, o qual já tinha conhecido em 2005, mas não lembrava muito e desta vez pude apreciar mais tanto a estrutura quanto o fato do lugar manter uma aura de estádio antigo, bastante charmoso.

domingo, 26 de junho de 2016

Bálsamo

Quando vi o Botafogo em campo com as camisas listradas de manga comprida, uniforme que lembrava uma época áurea do clube, confirmei meu bom pressentimento de que o Botafogo surpreenderia hoje. Já havia comentado isto com meu pai. Ele, calejado, como sempre desconfiado do time, falou que um empate já seria um bom resultado. Meu pai também costuma me dizer que não se deve criar muita expectativa em dias de jogo do Botafogo. É quase impossível não ficar nervoso, esperando a partida. Mas hoje eu me ocupei de outras coisas, tirando o foco do jogo. E optei por ver a partida na minha casa, já que seria transmitida pela Globo. Só comecei a prestar atenção mesmo aos 2, 3 minutos. E aos 10, numa linda jogada do Luís Ricardo veio o primeiro gol, marcado por Fernandes. Aliás Luís Ricardo fez uma partida primorosa, dando lençolzinho e quase complicando por excesso de confiança numa bola em que atrasou com o peito para Sidão. Este que salvou a equipe com uma grande defesa quando o Botafogo começava a dificultar uma vitória até certo ponto garantida. Voltando para anteriormente, foi quando resolveu a partida o que meu pai chamou de “dono do time”, o que segundo ele o Botafogo estava precisando. O estreante Camilo deu um belo passe para Neílton marcar o segundo gol e deixou o seu num chute muito bem colocado. Foi o que garantiu a vitória surpreendente para muitos, não para mim, deste Fogão que sempre que a torcida começa a desacreditar ele meio que renasce das cinzas e traz de volta todo nosso amor e a esperança de algumas alegrias em meio a tanto sofrimento.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Pior atuação do ano

Ricardo Gomes escalou mal - ninguém merece tal de Marquinhos, substituiu mal - Sassá é muito ruim, zagueiro Émerson, com excesso de confiança; e Bruno Silva, de vez em quando dá umas dormidas. Ainda bem que este time vai mudar. Ah, e acabou a paciência com Salgueiro.