quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Nos pênaltis, Botafogo é eliminado da Copinha

Depois de uma classificação emocionante no último sábado, nesta quarta-feira o Botafogo foi eliminado nos pênaltis pelo Botafogo de Ribeirão Preto. Após empate em 1 a 1 no tempo normal - O nosso Botafogo saiu atrás no placar no início do 1º tempo e buscou o empate no 2º tempo com Gustavo. Nas cobranças de penalidades, o Alvinegro da Estrela Solitária perdeu por 9 a 8. O atacante Vinicius e o zagueiro Baiano desperdiçaram suas cobranças.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Engenhão

O amigo André, do Blog Opinião Botafoguense (link no final da página), reforçou a campanha para que o Engenhão passe a ser chamado de "Niltão", numa referência ao grande ídolo do Botafogo, Nilton Santos, que só vestiu a camisa de um clube profissional. Apesar de achar válido - o clube solicitou ao prefeito a mudança do nome, o que foi recusado - considero que será difícil que uma nova denominação pegue.

Vejamos o exemplo da Arena Corinthians que, não teve jeito, é chamada de Itaqueirão. O Botafogo tentou criar um nome pomposo para o próprio Engenhão, Stadium Rio, que não pegou. Lembro que na época da Série B de 2003 tentaram passar a chamar o Caio Martins de Estádio Mestre Ziza, em homenagem a Zizinho. É comum chamarmos estádios pelos nomes dos bairros, como é o caso das Laranjeiras. Mas antes Engenhão que João Havelange.

Atualização: Diante do fato do clube, da torcida principalmente, e até da imprensa ter aderido ao nome Niltão, mudo minha opinião que considerava difícil a adoção de uma nova demominação, porque parece que realmente o Niltão vai pegar.

Só dá valor quando perde

A sexta-feira foi de excelentes notícias para a torcida do Botafogo. Se à noite tivemos a notícia da permanência do ídolo Jéfferson (leia abaixo), mais cedo tivemos a confirmação da liberação do Engenhão, com apenas o anel inferior - para aproximadamente 20 mil pessoas.

As duas boas novas são para comemorar e muito. O torcedor tem cada vez mais motivos para apoiar o clube, a diretoria e o time. Neste tempo que ficamos sem nosso estádio, demos mais valor a ele. Esperamos que agora estabeleçamos uma relação de maior intimidade com o Engenhão, comparecendo ao estádio com grande frequência.

Excelente Notícia: Jéfferson acerta permanência

O Botafogo publicou no site do clube uma nota oficial comunicando o acerto com o goleiro do time e da seleção, que permanecerá para a disputa da Série B. Jéfferson renovou o contrato até 2017, como havia sido noticiado. Ele se apresentará na segunda-feira (12) no Centro de Formação de Atletas (Cefat), em Niterói. Mais um ponto para a diretoria.

Placa na Casa de Praia

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

A figura repugnante do empresário de jogador

Já se tornou clichê criticar os empresários de jogadores, agora chamados de agentes. Mas não custa entrar mais uma vez no mérito do assunto. Vejam o caso do goleiro da seleção e do Botafogo, Jéfferson, que tem sido, certamente, influenciado pelo seu agente para não ficar no clube.

O Botafogo enviou por e-mail nesta terça-feira (6) uma proposta para o jogador e o agente argumentou que o e-mail foi muito curto, de apenas seis linhas. Como se o tamanho do texto fizesse diferença na negociação.

O que quer o agente do Jéfferson é ganhar em cima do Botafogo e do próprio jogador, que tem identificação com o clube e boa vontade de ficar.

Agora surge uma possível proposta do Santos e um argumento de que Jéfferson seria santista. Logo o Santos, que pelo que soube está com dificuldades financeiras.

Tudo para tirar do Botafogo um ídolo, que está acima de interesses particulares. O que representa o Jéfferson para o Botafogo é muito maior do que qualquer vantagem financeira.

O clube vive uma nova realidade financeira e vem apontando o caminho, que deveria ser seguido por outros clubes brasileiros.

Não pode um jogador ou um técnico de futebol continuar ganhando quase 1 milhão de reais.

O Botafogo estabeleceu um teto de R$ 50 mil, mas abriu exceção para Jéfferson que, pela sua qualidade e importância, ganharia aproximadamente R$ 400 mil.

Em vista do que ganha o trabalhador assalariado no país, R$ 50 mil já é muita coisa.

Gostamos de futebol, mas não podemos mais aceitar este inflacionamento.

Para o bem do futebol brasileiro, isto precisa mudar.

Afinal, depois dos 7 a 1, o futebol brasileiro precisa ser tratado de outra maneira.

Com mais cuidado, tudo bem que profissional, mas menos como negócio e sim como uma paixão que mexe com milhões de pessoas.