sábado, 21 de fevereiro de 2015

Nas cabeças

Se as duas últimas partidas foram mais fáceis do que o imaginado, neste sábado encontramos uma dificuldade acima do imaginado diante de um dos lanternas da competição.

Levamos o gol num contra ataque do adversário e fomos para o intervalo com a desvantagem no placar.

Renê demorou a mexer no time, mas quando efetuou as substituições acertou.

As entradas de Sassá, principalmente, Luís Ricardo e Gegê nos lugares de Tomas, Gilberto e Fernandes respectivamente, deram mais movimentação ao time.

Conseguimos a virada num gol contra e em mais uma parceria certeira da dupla Bill Gates e Steve Jóbson (ou J7).

Agora temos uma semana cheia para fazermos um grande jogo no clássico domingo contra o Flamengo em dia festivo.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Facilidade além do normal

Assim como na quarta-feira passada, o Botafogo transformou um jogo que poderia ser complicado numa partida até certo ponto fácil. O time da casa, o Friburguense, contava com uma torcida local, que gritava “Ão, ão, ão, segunda divisão” para provocar os botafoguenses.

Mas o Botafogo respondeu com gol. Num contra ataque, Tomas Bastos lançou Jóbson, que cruzou de primeira para Bill só dar um toquinho por cima do goleiro. Gol que deu tranquilidade ao time para o restante do 1º tempo.

Na 2ª etapa, Bill devolveu o passe para Jóbson, que cabeceou sozinho dentro da área em lance *duvidoso. Fernandes, em uma função diferente da que está acostumado, deu lugar a Gegê. E Jóbson saiu para a entrada de Sassá.

Os dois que entraram, Gegê e Sassá, foram os responsáveis pelo 3º gol, cruzamento de Sassá para cabeçada de Gegê, em lance parecido com o 2º gol, mas desta vez claramente legal. Bill ainda foi substituído por Murilo, que não teve tempo de apresentar muita coisa.

*Atualização: Tira teima mostrou que Jóbson estava atrás da linha da bola, portanto o gol foi legal.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Tarde tranquila

Faltam 27 - Bill vai se firmando como o homem gol do time (Reprodução TV)
O que parecia que seria um jogo difícil, mostrou-se uma partida tranquila na tarde desta quarta no estádio do Tigres em Xerém. O adversário era o rusguento Bangu, adversário este com o qual não saímos do zero nos últimos dois anos. Um prato cheio para um tropeço e a contestação da torcida. Mas o Botafogo surpreendeu a todos. A começar pelo técnico Renê Simões, que indagado por um repórter antes de iniciar a partida a respeito dos problemas que o Botafogo enfrentaria, tratou logo de refutar possíveis reclamações induzidas e decretou: "O Botafogo tem pressa"!


E foi impondo seu ritmo, como pediu o amigo André, do blog parceiro Opinião Botafoguense e comentarista assíduo daqui, que o Botafogo começou o jogo, já criando algumas oportunidades, até que Rodrigo Pimpão "provocou" a expulsão do goleiro deles, que era o último homem e fez falta fora da área em chance real de gol. E se o Bangu já dava espaços para o Botafogo criar, com um a menos o alvi-rubro recuou ainda mais e permitiu que o Alvinegro tomasse conta da partida. Pimpão sairia contundido em outro lance, dando lugar a Jóbson, que em seu primeiro lance avançou pela ponta esquerda e cruzou para Bill só tocar para o fundo da rede. O gol aconteceu aos 20 minutos, segundos antes da parada técnica. Tempo para o treinador orientar a equipe, que administrou o jogo na segunda metade do 1º tempo.

A equipe foi para o intervalo com a vantagem. Renê voltou com o mesmo time para a 2ª etapa. E logo veio o segundo gol, novamente com Bill, em mais um lance de oportunismo, desta vez aproveitando desvio de cabeça do zagueiro Renan Fonseca após cobrança de escanteio de Carletto. Fernandes substituiu o apagado Tomas Bastos. O garoto acabou responsável pela criação da equipe, à medida que Diego Jardel sentiu e foi substituído por Sassá no tempo técnico. E Fernandes cumpriu bem o seu papel. Distribuiu bem o jogo, com boa visão da partida - É nítido que dá mais qualidade no passe (Enquanto isto, Willian Arão segue errando muitos passes). Sassá fez uma excelente jogada e cruzou para Jóbson, que chutou imprensado com Bill. A arbitragem deu o gol para Jóbson. Na saída de campo, após o fim do jogo, o altruísta Bill afirmou que o gol foi de Jóbson, que deve ganhar mais confiança depois de desencantar.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

A música do Botafogo que mais me emociona!

Botafogo está oficialmente autorizado a chamar estádio de Nilton Santos

O Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro traz nesta terça-feira (10) nas páginas 3 e 4 a publicação do despacho do prefeito Eduardo Paes em resposta positiva ao ofício do Botafogo de Futebol e Regatas que pedia autorização para utilizar a nomenclatura Estádio Nilton Santos para o antigo Engenhão. O texto destaca a “justa homenagem ao atleta e ídolo” do clube.

O Botafogo voltando a ser Botafogo


Uma imagem que começou a circular na segunda-feira (9) nas redes sociais revela mais uma boa faceta de nosso novo presida Carlos Eduardo Pereira. Ele que já havia sido elogiado pelo blogueiro escritor Paulo Cézar Guimarães pelo fato de usar terno, desta vez apareceu com uma camisa alvinegra. Não bastasse vestir e mostrar todo o seu amor pela estrela solitária, o presidente carregava o novo cachorro mascote Perivaldo, uma nova versão do Biriba, que no jogo contra o Boavista em São Januário já havia sido ameaçado de ser expulso do estádio e foi resgatado por Carlos Eduardo Pereira, como há décadas atrás aconteceu com Biriba, que foi carregado no colo pelo folclórico Carlito Rocha. É o Botafogo voltando a ser Botafogo!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Botafogo, "um clube de políticos"

João Saldanha afirmava que o Botafogo é "um clube de políticos".

E isto pode ser comprovado com a pesquisa do Lancenet sobre os times dos 27 governadores do Brasil. O Botafogo é o clube preferido entre os governantes. Renan Filho (AL), que também afirmou torcer para o time local Murici, Rollemberg (DF), Robison Faria (RN) e Luiz Fernando Pezão (RJ) torcem para o Alvinegro da Estrela Solitária!

Na Câmara de Deputados, pesquisa do G1 aponta que o Botafogo conta com 22 parlamentares, o mesmo número do Vasco. O Fluminense tem 24 e o Flamengo 54, o que deixa os clubes do Rio de Janeiro como os preferidos dos políticos. O Corinthians tem 29 e o Palmeiras 21.