sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Proposta de um alvinegro apaixonado


Proponho à Rede Globo, que é quem manda de verdade no futebol brasileiro, e não a CBF, que nos jogos do Botafogo, quando a vantagem alvinegra for de um gol no placar, o árbitro termine a partida aos 42 minutos do segundo tempo.
Tirando a brincadeira, é um orgulho ter um cara como Seedorf no meu time. Ontem, depois de mais um empate frustrante, o negão pediu a palavra na entrevista coletiva pós-jogo e deu um show. Mais um.
Uma lição para todo botafoguense, inclusive este que vos escreve, que quase quebrou a tv ontem. Com todas as limitações de elenco e problemas extra-campo, somos líderes. Então, é hora de confiar!
Confira a matéria aqui.

Postado por Gervásio Cordeiro NETO.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Blog diz que Botafogo está interessado em lateral Fágner

Lateral do Wolfsburg interessa o Fogão - Foto - Sete UOL
Apesar da previsão otimista dos médicos em relação a recuperação do lateral Lucas, a comissão técnica do Botafogo pensa em se prevenir.

Oswaldo de Oliveira conta com o jovem Gilberto para a posição. O jogador tem a confiança do treinador, mas o clube pretende investir na contratação de um lateral mais experiente, embora ainda tenha Edilson, que veio do Grêmio, no elenco.

Alguns nomes estão sendo estudados. Fagner, do Wolfsburg, da Alemanha, agrada ao Botafogo, mas a negociação é considerada cara e complicada. O ex-jogador do Vasco tem contrato até 2016. Lucas fraturou o tornozelo no jogo contra o Grêmio, será operado em breve e dificilmente voltará aos gramados em 2013.

Fonte: Blog do Bruno Voloch - UOL

Postado por Leonardo Alvarenga

terça-feira, 16 de julho de 2013

Vende, mas não compra!

Alguns jogadores já deixaram o elenco do Botafogo após a conquista do Campeonato Carioca, peças importantes que ainda não foram substituídas. Foram vendidos Jadson, Felype Gabriel, Andrézinho, e corremos o risco de perder Dória. E até agora ninguém foi contratado. O elenco é bom, mas não é o suficiente para aguentar o rojão do Campeonato Brasileiro, precisamos de um atacante de peso, e nem especulações são vistas na imprensa. Também perdemos dois excelentes meias, um titular e outro que estava na reserva, mas sempre entrava no jogos muito bem.

A diretoria precisa acordar, a janela está fechando e nem mesmo nome de jogadores interessados está sendo ventilado na mídia. Até agora só veio o zagueiro Dankler, que não joga desde agosto do ano passado. E agora para piorar perdemos Lucas por conta de lesão. Ainda precisamos de alguém descente na lateral esquerda, pois Júlio César tem hora que parece está em outro planeta. Nem quero ver a hora que ficarmos sem Seedorf, quem vai armar as jogadas da equipe?? Lodeiro sozinho não faz milagre. Acho que antes de tudo a diretoria deve buscar um nome descente para o ataque urgente!!

Postado por Leonardo Alvarenga.

domingo, 26 de maio de 2013

O brio alvinegro

De preto, envolto numa atmosfera tensa e ampliando a já natural apreensão de seus torcedores, o Botafogo iniciou nova caminhada. Um trajeto longo, esse do Campeonato Brasileiro, que começou ontem, sábado, dia 25 de maio, e só termina dia oito de dezembro. E a tática para grandes percursos é difundida há séculos: um passo de cada vez. O primeiro, contra o Corinthians, atual campeão do mundo, fora de casa, seria um dos mais difíceis.

O embalo pela conquista do Campeonato Estadual, a série de 16 jogos invicto, a solidez da defesa, a eficiência do ataque e a habilidade do meio-de-campo estimulavam a torcida a projetar uma linha de chegada triunfal. Se não com o título nacional após 18 anos, ao menos com uma folgada vaga na sonhada Taça Libertadores - que, registre-se, pode ser concretizada com a conquista da Copa do Brasil ou da Copa Sul-Americana.

Ao mesmo tempo, dando crédito ao mito de que há coisas que só acontecem ao Botafogo, a crise no clube explodiu repentina, surpreendente. Os jogadores protestaram contra os atrasos salariais, Jefferson e Seedorf tiveram um desentendimento (mais um), o presidente está de licença e os atuais comandantes parecem carecer de tato para lidar com a situação. Coube a Oswaldo de Oliveira acumular o papel de bombeiro.

Pelo contexto interno, somado à indiscutível qualidade do adversário, o cenário, antes positivo, foi coberto por nuvens carregadas de interrogação. A principal delas: os atletas, que recusaram a concentração e causaram transtornos administrativos, se empenhariam como antes? Ou: até que ponto os problemas iriam afetar no rendimento em campo? As dúvidas, por certo, percorreram as mentes alvinegras por todos os cantos.

Quando a bola rolou, em minutos percebeu-se a mesma entrega, raça e disciplina tática dos últimos tempos. O primeiro tempo foi todo do Botafogo. Tivesse deixado o gramado com uma vantagem maior, além do gol solitário de Rafael Marques, não seria exagero. Na etapa final o Corinthians melhorou e empatou num lance dividido por três; foi de Douglas, que cobrou a falta; de Paulinho, que roçou de cabeça; e de Marcelo Mattos, que desviou com a nuca para dentro.

Fez-se justiça ao desempenho das duas equipes. Bom jogo, de várias alternativas. Seedorf com a costumeira categoria, brilhou em alguns momentos. Lodeiro apanhou muito. Lucas desperdiçou três chances. Jefferson espalmou para longe uma bola difícil. E Bolívar tornou-se barreira quase intransponível por cima e por baixo. A atuação, geral, agradou. Foi a elegante e profissional resposta aos que questionaram o reflexo nas quatro linhas das circunstâncias atuais.

Álvaro Marcos

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Tu és o Glorioso!

Incontestável. É esta palavra, de pouco uso, a expressão perfeita para definir o título do Botafogo. Sobram argumentos para justificá-la; campeão dos dois turnos, melhor ataque, defesa menos vazada, time que mais pontuou na soma geral e a equipe de futebol mais vistoso. O fato de jogar com autoridade e ofensivamente, mesmo com a vantagem do empate, diante do atual campeão carioca e brasileiro também merece destaque.

O reflexo de Jefferson, a volúpia de Lucas, a firmeza de Bolívar e Dória, a maturidade de Júlio César, a garra de Marcelo Mattos e Gabriel, a aplicação de Fellype Gabriel, a entrega de Lodeiro, a genialidade de Seedorf e a superação de Rafael Marques formaram a base deste alvinegro vencedor. Sob a batuta do sereno Oswaldo Oliveira, quase sempre tranquilo mesmo nos momentos mais tensos vividos entre o fim de 2012 e o início deste ano.

Dá gosto ver o Botafogo jogar. É um orgulho que voltou a ser conquistado drible a drible, gol a gol, vitória a vitória, goleada a goleada. Na falta de um ou outro titular, não bate mais o desespero pela ausência de substituto à altura. Tem gente como Antônio Carlos, Renato, Andrezinho, Vitinho e Bruno Mendes esperando a oportunidade de voltar e não sair mais. Uma tranquilidade para treinador e torcedores. Há certeza de que o grupo é forte e sólido, sim.

Ontem, fora uns 10, 15 minutos de nervosismo, o Botafogo, de novo, sobrou. Teve contra si um grande adversário. Um dos melhores do país, ao lado de Corinthians e Atlético Mineiro. E enfrentou, novamente, uma arbitragem péssima deste execrável Marcelo de Lima Henrique. Um gol legítimo foi anulado com o jogo ainda empatado. Ele ainda marcou pênalti em lance que resultou em gol. Uma lástima, como sempre.

Árbitro à parte, o ataque funcionou com a intensa movimentação que lhe é característica. Fellype Gabriel (no primeiro tempo), Rafael Marques, Lodeiro e Seedorf (no segundo) desperdiçaram boas chances. Poderia ter sido, sem exagero algum, uns três, quatro a zero. Futebol para isso o time jogou. No fim, o grito de "olé". Seguido por "é campeão". Na alma de cada botafoguense, ecoa a glória de ser alvinegro. Hoje, ninguém cala esse nosso amor.

Álvaro Marcos

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Árbitro que roubou o Botafogo em 89 admite que é flamenguista

No dia da liberdade de expressão, em que a Comissão da Verdade pede a exumação do corpo de Jango para saber se o ex-presidente da república quando do Golpe de 64 morreu envenenado, o Globo Esporte em seu quadro "Frente a Frente" relembra o gol de Paulinho Criciúma anulado em 89 contra o Flamengo na Taça Guanabara. O árbitro Luis Carlos Félix que encerrou a partida num lance de ataque do Botafogo dentro da área do Flamengo, admitiu que é flamenguista: "Hoje tenho um pouquinho do Botafogo dentro de mim" - ele chegou a trabalhar no Botafogo como consultor de arbitragem "(...) apesar de ser flamenguista, lógico que não escondo de ninguém". Nem precisou de tortura. Será que um dia Djalma Beltrami, Marcelo de Lima Henrique, entre outros que já assaltaram o Botafogo para favorecer o Flamengo, virão a público para assumir o flamenguismo deles? Veja o quadro completo aqui.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Autuori dá aula de futebol na ESPN

O técnico campeão brasileiro pelo Botafogo em 95 e atual técnico do Vasco, Paulo Autuori, deu uma aula de futebol nesta terça-feira (30) no programa “Bola da Vez” - prá mim uma novidade, da ESPN Brasil. Ele, que passou nove anos no futebol português antes de assumir o Botafogo, em 95, esclareceu várias opções táticas, como por exemplo o fato de um jogador atrasar a bola para o goleiro, jogada que é vaiada no Brasil; e que Autuori explicou que tem a função de abrir o time adversário e chamá-lo para o seu campo para que o time consiga sair melhor com a bola.

Opinião do blogueiro: Tá explicado porque o Seedorf volta e meia atrasa a bola.

Outra posição do sósia de Oswaldo (ou vice-versa) foi a favor dos volantes que sabem jogar. Ele citou Mineiro e Josué no São Paulo e Ralf e Paulinho no Corinthians atualmente.

Opinião do blogueiro: No Botafogo, temos Marcelo Mattos e Gabriel, que são mais marcadores. Quem faz esta função de sair jogando de trás e chega à frente é o Fellype Gabriel.

Autuori, que já havia encantado a todos com uma entrevista salvo engano para o Jornal O Globo, também comentou que o sucesso do Corinthians se deve à permanência do técnico Tite.

Opinião do blogueiro: Taí porque acredito que o Botafogo tem grandes chances de, ao menos, se classificar para a Libertadores este ano, com Oswaldo já com um longo trabalho no clube e fazendo o time ganhar corpo e padrão de jogo.

Wesley Machado