sábado, 20 de abril de 2013

Ex-Botafogo, Élkeson marca três e é o artilheiro do campeonato chinês

Lembram-se do Élkeson? Claro né? Como esquecer! Ele começou muito bem fazendo muitos gols, como o Bruno Mendes, mas depois caiu de produção, irritando a torcida, que não lamentou sua saída. Hoje está no Guangzhou, da China; onde é o artilheiro do campeonato chinês com oito gols.  Neste sábado, ele marcou três gols na goleada de 6 a 1 de seu time sobre o  Changchun. Foi a segunda vez que Élkeson marcou três gols em uma só partida, fazendo o famoso hat-trick. Será que o Élkeson teria vaga neste time atual do Botafogo? O clube está para acertar com o paraguaio Roque Santa Cruz, que está há 14 anos na Europa e quer vir jogar no Brasil. Mas voltando ao Élkeson, ele joga no mesmo time de Conca e Muriqui, que também marcaram nesta partida. Do lado adversário, o atacante Zé Carlos, artilheiro da Série B de 2011 pelo Criciúma, marcou o gol de honra.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Últimas informações

As últimas informações dão conta de que o Botafogo vai com o time reserva para o confronto contra o Volta Redonda neste domingo, às 16 horas, no Estádio Raulino de Oliveira. O Botafogo já garantiu o 1º lugar no grupo e a vantagem nos jogos finais. A equipe que deverá ir à campo será formada por Renan, Edílson, Antônio Carlos, André Bahia e Lima; Jádson, Lucas Zen, Jéfferson Paulista e Gegê; Henrique e Bruno Mendes. Vitinho, mesmo não sendo titular também será poupado à medida que é o substituto imediato de Lodeiro, que teve constatada uma lesão leve na coxa esquerda, que sentiu na última partida contra o Sobradinho quarta-feira (17). Por falar em Copa do Brasil, a CBF antecipou a partida de volta, que seria quinta-feira (25), às 21h50; e foi remarcada para quarta-feira (24), às 19h30. Neste jogo, desfalcará a equipe o goleiro Jéfferson, que estará com a Seleção, que enfrentará no mesmo dia o Chile, no Mineirão. Lodeiro só deve voltar nas semi-finais da Taça Rio.

Naming Rights

Os naming rights, "direitos do nome" ou "de nomeação" em inglês, são um termo que está em voga atualmente.  O presidente do Botafogo divulgou, recentemente, que o clube estava para fechar com a Caixa Econômica Federal o naming rigth do Engenhão mas que, por conta da interdição do estádio, a negociação não pôde ser fechada.

Mas será que as empresas têm este retorno todo dando nome a um estádio? No Brasil, já temos um estádio com o nome de uma empresa, a Kyocera Arena, do Atlético Paranaense, que é mais conhecida como Arena da Baixada, mas tem como nome real Estádio Joaquim Américo Guimarães. Na Europa, isto é mais comum.

Agora a moda é dar o nome de empresas aos campeonatos, como a Santander Libertadores, Bridgestone Sul-Americana, Brasileirão Petrobras e, agora, Copa Perdigão do Brasil. Sinceramente, não acredito que estes nomes peguem. Só mesmo para as emissoras que transmitem as partidas

O Engenhão é um exemplo. Tem o nome de João Havelange e o Botafogo o chama oficialmente de Stadium Rio, dois nomes que nunca pegaram. E o Engenhão ficou mesmo em homenagem ao bairro Engenho de Dentro.

Claro que o dinheiro de uma empresa é sempre bem vindo. No caso da Caixa, uma empresa pública, que já teve problema com o Corinthians e, agora, falam que vai patrocinar o Flamengo.

O Mário Filho virou Maracanã, o Mané Garrincha, Estádio Nacional de Brasília. Mas, no final, os nomes populares é que ficam. Como a Vila Belmiro, que se chama Estádio Urbano Caldeira, mas quase ninguém sabe.

Wesley Machado


quarta-feira, 17 de abril de 2013

A Flapress volta a atacar

O Globo Esporte de hoje – programa de tv – mostrou uma entrevista de Túlio Guerreiro e relembrou o episódio do chororô em 2008. Na matéria, o declarado botafoguense Túlio, que hoje enfrentará o seu clube do coração pelo Sobradinho de Brasília, aparece pedindo à torcida do Botafogo para não ir mais no Maracanã no Campeonato Carioca. O repórter fala que Túlio já chorou pelo Botafogo e pergunta se ele lembra do que está sendo falado. Túlio responde que sim, que tem orgulho em ter demonstrado o seu amor pelo Botafogo. A reportagem insiste em mostrar cenas de jogadores, como Wellington Paulista, chorando no vestiário após o roubo descarado na final da Taça Guanabara em que o árbitro Marcelo de Lima Henrique marcou um pênalti num empurra-empurra normal em escanteio. Lembrando que em 2007 já havíamos sido assaltados no fim do jogo com a anulação de um gol de Dodô, que nos daria o título.

Ao mesmo tempo em que o Globo Esporte traz de volta à tona esta farsa que se tornou o “chororô” num momento em que vivemos uma grande fase, eles tentam de toda maneira iludir a massa burra de que o Flamengo vai bem obrigado. Na matéria sobre o jogo de hoje pela Copa do Brasil contra o Remo, exaltam a "nova joia rubro-negra", o garoto Gabriel, só porque este fez um lançamento no lance do primeiro gol contra o Fluminense. Taí o novo Zico, camisa 10 de Mengão Foderosão Campeão Mundial! Vale lembrar que o Flamengo venceu o Fluminense com o segundo gol sendo marcado num pênalti que não houve em cima do já deixado de lado por enquanto Rafinha - o árbitro era novamente o Marcelo de Lima Henrique. É assim que age a Flapress, tentando manipular as informações para que o Flamengo seja sempre visto como o maioral, inabalável e incaível!

Para assistirem às duas matérias citadas cliquem aqui e aqui.

Wesley Machado

domingo, 14 de abril de 2013

Botafogo: nome de lugares pelo Brasil afora

Além do bairro famoso no Rio de Janeiro, que abriga um dos mais bonitos cartões postais da “Cidade Maravilhosa”, o Pão de Açúcar, Botafogo também é um bairro de Campinas e um distrito de Bebedouro , ambos no estado de São Paulo. Ainda no Rio, em Macaé e Nova Iguaçú existem bairros com o nome de Botafogo. Em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, também há um bairro, onde existem inclusive um clube e um restaurante com este nome. Como já vimos - postei aqui recentemente - em Porto Alegre tem uma rua e um motel com o nome de Botafogo. Em Ribeirão das Neves, Minas Gerais, também existe um bairro com o nome de Botafogo. Enfim, em todo o Brasil, há um lugar que homenageia o nosso time do coração.

Preto e branco: as cores da nobreza

Sabem por que o Botafogo é alvinegro? A explicação está no artigo “Futebol é uma Profusão de Cores”, escrito por Tiago Buckowsky para o site “Canelada”. Leiam um trecho:

“Para o torcedor, as cores representativas de seu clube do coração são sagradas e as cores rivais são profanadas sem o menor pudor. A escolha de cores, em qualquer cultura, responde a certas condições históricas. No futebol não é diferente – a escolha de cores é elemento de grande importância na análise antropológica deste esporte.

Nas primeiras décadas – falamos aqui do final do Século XIX e início do Século XX – o futebol era praticado, na maioria das vezes, por uma elite privilegiada socialmente. Apenas duas cores eram consideradas moralmente aceitáveis – tudo que tocava o corpo deveria ser imaculado, representar pureza. Portanto a cor escolhida foi o branco. Tudo que recobria externamente o corpo dos personagens deveria representar nobreza e dignidade, portanto, escuro. Não à toa que surge, neste período, inúmeras equipes de camisas alvinegras”. 

As mais conhecidas que sabemos são a Juventus, fundada em 1897, a Udinese, também da Itália, fundada um ano antes; e o Newcastle, que é de 1882. Mas na Inglaterra, temos ainda o Notts Country, fundado 20 anos antes e o Grimsby Town (1878). Ainda na Itália, o Ascoli (1898) e o Siena (1904). Outros times alvinegros menos conhecidos são a Acadêmica de Coimbra, de Portugal (1876), o Borussia Monchengladbach (1900) e o Freiburg (1904), ambos da Alemanha. Na América do Sul, temos o Olímpia do Paraguai (1902), o Wanderers do Uruguai (1902) e o Boca (1905), da Argentina, que teve como um dos seus primeiros uniformes o alvinegro, que foi lançado como camisa comemomativa recentemente. Além do Botafogo (1904) no Brasil; temos Atlético-MG (1908); Corinthians (1910) e Santos (1912), completando os clubes centenários alvinegros.

Índio apita Botafogo e Nova Iguaçú


O árbitro Luís Antônio Silva Santos, conhecido como Índio, que já havia apitado o clássico contra o Vasco, apitará o jogo deste domingo contra o Nova Iguaçú, às 16h, em Moça Bonita, com transmissão da tv aberta. Por falar em índio, descobri um mascote alternativo para a Copa de 2014, o Ubiratã, que é descrito como uma "homenagem aos nativos brasileiros e aos árbitros que adoram aparecer". A partir disto, tive a ideia de criar o troféu Ubiratã, que ofereço ao Sr. Philip Georg Bennett, aquele que expulsou o Seedorf. No último final de semana, ele apitou Bangu 1 x 1 Boavista, partida na qual marcou um pênalti aos 45 minutos do 2º tempo contra o time da casa, que também é o time do presidente da FERJ.

Ontem (sábado, 13), Philip foi o árbitro assistente auxiliar (A.A.A.) 1, ou, para ser mais claro, o árbitro que fica atrás do gol, na partida em que o Resende venceu o Audax por 2 a 1, e assumiu a liderança do Grupo B. Neste domingo, às 18h30, quem vai apitar o Fla-Flu, clássico em que o Fluminense tenta recuperar a liderança do grupo para fugir do confronto com o Botafogo nas semi-finais da Taça Rio, será o Marcelo de Lima Henrique, que no meio de semana apitou o jogo de compadres pela Libertadores, Veléz 0 x 0 Emelec, que classificou as duas equipes para as oitavas-de-final.