Agora sobre a possibilidade de Loco voltar, não acredito. Já soube que Caio e Alex também estão para voltar. Mas em relação a Loco - e olha que eu fui um dos que mais o defendi - li recentemente uma entrevista do goleiro Jéfferson, em que ele comenta sobre o fato de ser o capitão do time. Jéfferson lembra que Loco certa vez não gostou de Joel der dado a braçadeira para Herrera. E, perguntado, sobre o fato dele agora ser capitão e não Seedorf, Jéfferson disse que Seedorf não tem vaidade. Na minha opinião, uma indireta para o Loco, querendo dizer então que o Loco, no caso, era vaidoso.
Lembrando que agora temos o Bruno Mendes. E o Loco refugou várias vezes neste Brasileiro. Inclusive no jogo contra o Flamengo no Rio, que estava quase certo que ia jogar, na última hora ficou de fora. Posso estar sendo leviano, mas por exemplo na Seleção Uruguaia, há muito tempo Loco não joga. Acredito que vai acabar indo para o time do México que o quer. Claro que se ele voltar, seria uma boa, afinal é um eterno ídolo do clube. Por tudo que já fez por nós. Mas considero que ele voltar agora só para ser técnico. Este é um assunto para mais uma enquete do blog. Votem aí ao lado!
Postado por Wesley Machado.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Márcio Guedes ventila Seedorf como técnico do Botafogo
O jornalista Márcio Guedes, que assina a coluna "Contra Ataque" em "O Dia", aventa hoje a possibilidade de o Botafogo contar com Seedorf como técnico. Márcio Guedes comenta sobre a baixa popularidade de Oswaldo de Oliveira com a torcida e a necessidade de o atual técnico obter resultados expressivos. Apesar de que com o time ele parece ter prestígio.
Estava conversando com meu pai hoje e ele falou uma coisa certa. Oswaldo faz um bom trabalho. Com alguns equívocos normais, claro, mas um bom trabalho.
Se fosse contratar alguém, segundo meu pai, o Botafogo deveria trazer de volta Cuca, que mais uma vez vai ficar no meio do caminho, desta vez com o Atlético.
No Botafogo, então, Cuca terá a chance de, aí sim, ganhar um título de expressão.
Há pouco tempo não considerava a possibilidade de Cuca voltar, mas começo a aceitar essa ideia.
Lembrando que Seedorf ainda pode dar muito ao Botafogo como jogador ainda.
Isto me motivou para, depois de muito tempo, colocar uma enquete aqui no blog.
Respondam aí ao lado!
Postado por Wesley Machado.
Estava conversando com meu pai hoje e ele falou uma coisa certa. Oswaldo faz um bom trabalho. Com alguns equívocos normais, claro, mas um bom trabalho.
Se fosse contratar alguém, segundo meu pai, o Botafogo deveria trazer de volta Cuca, que mais uma vez vai ficar no meio do caminho, desta vez com o Atlético.
No Botafogo, então, Cuca terá a chance de, aí sim, ganhar um título de expressão.
Há pouco tempo não considerava a possibilidade de Cuca voltar, mas começo a aceitar essa ideia.
Lembrando que Seedorf ainda pode dar muito ao Botafogo como jogador ainda.
Isto me motivou para, depois de muito tempo, colocar uma enquete aqui no blog.
Respondam aí ao lado!
Postado por Wesley Machado.
Em uma das últimas entrevistas antes de morrer, há pouco mais de 30 anos, Garrincha chama Pelé de safado e diz que ele tinha sorte
Garrincha mostra com orgulho o retrato do filho sueco, Ulf, dominando uma bola com a perna direita.
Todo mundo conhece as polêmicas de Maradona com Pelé. Recentemente, o "Rei do Futebol" concedeu entrevista ao Esporte Espetacular, na qual fala sobre Messi. Diz que o craque argentino do Barcelona precisa fazer muito ainda para chegar aos pés dele. Também não ouso comparar Messi a Pelé. Maradona tudo bem. Mas uma das mais injustas comparações é a que fazem entre Garrincha e Pelé.
Lendo esta entrevista (http://espn.estadao.com.br/noticia/291029_ESPN) e lendo também esta reportagem (http://globoesporte.globo.com/bau-do-esporte/noticia/2012/11/meu-jogo-inesquecivel-o-grito-de-libertacao-de-adnet-ovelha-alvinegra.html) com o Adnet é que a gente vê como é bom ser botafoguense. Cada torcedor tem uma maneira de orgulhar de seu time. Mas nós botafoguenses temos de ter mais orgulho ainda. Pois somos muitos humilhados. Como disse o Adnet, sofremos bullying para trocarmos de time.
Todo mundo conhece as polêmicas de Maradona com Pelé. Recentemente, o "Rei do Futebol" concedeu entrevista ao Esporte Espetacular, na qual fala sobre Messi. Diz que o craque argentino do Barcelona precisa fazer muito ainda para chegar aos pés dele. Também não ouso comparar Messi a Pelé. Maradona tudo bem. Mas uma das mais injustas comparações é a que fazem entre Garrincha e Pelé.
A Revista ESPN de novembro, especial do aniversário de três anos da publicação, que chegou às bancas na terça-feira (6), traz uma grande reportagem com Garrincha, onde o craque do Botafogo e da Seleção Brasileira chama, num tom de brincadeira, Pelé de "safado". Mas como toda brincadeira tem um fundo de verdade... Garrincha também diz que Pelé tinha muita sorte. "Ele era oportunista. A bola sempre sobrava prá ele", fala Garrincha.
Alguns poderão dizer que era inveja, afinal Garrincha morreu cedo e Pelé acabou fazendo sucesso. E é isso que pretendo mostrar aqui. Como o Garrincha é tratado como marginal e Pelé, como o arauto da moralidade. Soube, por alto, que o Paulo Vinicius Coelho, o "PVC", da ESPN, disse que Garrincha não era esse "coitadinho" todo que pintam. Pelo contrário. Ele ganhou muito dinheiro.
Agora eu pergunto. E daí que ele ganhou muito dinheiro? Dane-se! Quanta merda ganha muito dinheiro hoje. E para usar um artifício que os flamenguistas usam: Garrincha é Garrincha! Com esta entrevista eu passo a gostar mais de Garrincha. Confesso por tudo que diziam dele, eu exitava em tê-lo como ídolo.
Talvez por ser distante, de não tê-lo visto jogar, mas o certo é que não reconhecia em Garrincha um ídolo. Meus ídolos foram mais recentes, quem eu vi jogar, que foram Maurício, Paulinho Criciúma, Josimar, Alemão, Túlio Maravilha, Gonçalves, Dodô, Loco Abreu e, agora, Jéfferson e Seedorf, entre outros.
Mas esta entrevista realmente dá o tom do que foi Garrincha, uma pessoa pura e doce, até ingênua. É impressionante como ele não se coloca como o maior, como faz o "Rei". Garrincha fala uma coisa interessante nesta entrevista, que dizem que em 1962 ele ganhou a Copa sozinho, mas que dizem isto porque ele fez gols. Mas que em 58 ele acha que jogou mais.
Outra coisa. Quando perguntado o melhor ponta direita que ele viu jogar. Ele diz Jairzinho. E não se coloca como tal. Uma diferença enorme de caráter. Uma pessoa com problemas? Sim. Mas uma pessoa que tinha consciência de que não podia mais beber. Não é esse coitadinho, PVC! Mas também não é esse marginal como as pessoas o tratam.
Não queiram imputar a Garrincha a pecha de fracassado. Ele chegou ao seu auge. Jogou muito. Todo mundo tem o direito de errar. De ser "gauche" na vida. Nem todo mundo nasceu para o sucesso. Para ser almofadinha como muitos da televisão. Garrincha foi um anjo torto, uma estrela cadente que brilhou no céu e sumiu, mas deixou um rastro de felicidade na alma dos botafoguenses.
Como é bom ser Botafogo!
Adnet encara o espírito do botafoguense bem humorado, de bem com a vida!
Lendo esta entrevista (http://espn.estadao.com.br/noticia/291029_ESPN) e lendo também esta reportagem (http://globoesporte.globo.com/bau-do-esporte/noticia/2012/11/meu-jogo-inesquecivel-o-grito-de-libertacao-de-adnet-ovelha-alvinegra.html) com o Adnet é que a gente vê como é bom ser botafoguense. Cada torcedor tem uma maneira de orgulhar de seu time. Mas nós botafoguenses temos de ter mais orgulho ainda. Pois somos muitos humilhados. Como disse o Adnet, sofremos bullying para trocarmos de time.
Minha filha mesmo ontem vendo o jogo do São Paulo falou: "Alá papai o Fluminense!". Eu falei: Não, minha filha. É o São Paulo. Ela tem uma cisma com o Fluminense. E perguntou: "Papai Fluminense é ruim?" Eu falei. Não, minha filha, Fluminense é bom, mas Botafogo é melhor!
Tinha de ter dito que Fluminense era ruim. Porque Flamengo e Vasco ela sabe que é ruim. Mas eu até acho charmoso menina ser tricolor. Mas tenho de para com isso. Minha filha tem de ser botafoguense.
Para ver jogo, ir no estádio comigo. Viver o botafoguismo na família. Eu quando era novo também me encantei com o São Paulo de Telê, com o Palmeiras da Parmalat. Vesti a camisa do Fluminense na escolinha do Campos. E a do Flamengo, forçado por meu avô materno. Mas, assim como Adnet, em 89 soltei o grito de é Campeão e de "Sou Fogão!".
Agora, mais que nunca, sou Fogão! Pela entrevista do Garrincha, pela reportagem com o Adnet. Pela rápida recuperação do Seedorf. Por saber que a Juventus que nos forçou a usar a camisa do La Coruña, que deu certo em 96; estar sempre interessada em jogadores do Botafogo. Ano passado foi o Élkeson. Agora é o Dória.
Por termos Gabriel, um garoto precioso. O melhor amigo de Seedorf, que descobriu seu futebol e o revelou para nós que, surpresos, ficamos encantados. Ah, como é bom ser Botafogo!
Escrito por Wesley Machado.
Escrito por Wesley Machado.
domingo, 4 de novembro de 2012
Desesperados no caminho
Depois de enfrentar o Palmeiras, que busca as últimas forças para fugir do rebaixamento, o Botafogo vai enfrentar, nas duas próximas rodadas, dois times que também estão desesperados.
Neste sábado (10), recebe a Portuguesa que perdeu em casa neste domingo para o Bahia e parou nos 40 pontos.
E no outro sábado (17) vai à Ilha do Retiro para encarar o Sport (36), que hoje conseguiu uma boa vitória fora de casa diante do Vasco.
Postado por Wesley Machado.
Neste sábado (10), recebe a Portuguesa que perdeu em casa neste domingo para o Bahia e parou nos 40 pontos.
E no outro sábado (17) vai à Ilha do Retiro para encarar o Sport (36), que hoje conseguiu uma boa vitória fora de casa diante do Vasco.
Postado por Wesley Machado.
De volta à realidade
Foto: Célio Messias/ Lancenet
Barcos pôs fim ao sonho da Libertadores para o Botafogo
O futebol é
um esporte muito interessante. É impressionante como as coisas podem mudar de
uma hora para outra. No jogo deste domingo entre Palmeiras e Botafogo, a TV mostrava
o desespero dos palmeirenses que viam seu time praticamente sendo rebaixado para
a Série B, quando o atacante Hernán Barcos, o “Pirata”, maior carrasco recente
do Botafogo, marcou o gol de empate nos acréscimos do segundo tempo.
Se o jogo
terminasse com a vitória do Botafogo, todos certamente exaltariam o Fogão e seu
toque refinado, como destacou durante toda a transmissão o comentarista.
Mas uma substituição no mínimo estranha do técnico Oswaldo Oliveira, que trocou o melhor jogador do time por um zagueiro será agora questionada. E até mesmo a sua permanência para o ano que vem. Porque o time praticamente dá adeus ao sonho da Libertadores.
Depois de um feriadão, como diz meu pai, voltamos à realidade! Afinal, amanhã é segunda-feira!
Postado por Wesley Machado.
Mas uma substituição no mínimo estranha do técnico Oswaldo Oliveira, que trocou o melhor jogador do time por um zagueiro será agora questionada. E até mesmo a sua permanência para o ano que vem. Porque o time praticamente dá adeus ao sonho da Libertadores.
Depois de um feriadão, como diz meu pai, voltamos à realidade! Afinal, amanhã é segunda-feira!
Postado por Wesley Machado.
Há 34 anos, o Botafogo vencia o Palmeiras de virada no Pacaembu no último jogo da série invicta
Terça-feira (30) estive no Rio, onde tive a oportunidade de comprar o Jornal dos Sports, isso mesmo, o "rosinha" que, para minha surpresa, ainda existe. E custa apenas 50 centavos num formato tablóide. Foi um prazer ler novamente o "rosinha". E olha o que eu achei. Sei que está meio atrasado. Mas o assunto foi tema do Baú do Esporte que foi ao ar no Globo Esporte de ontem (sábado). Trata-se do último jogo da série invicta do Botafogo em 1978, justamente contra o Palmeiras, adversário deste domingo. O jogo foi realizado no dia 30 de outubro.
O Botafogo venceu de virada, gols de Dé e João Paulo. Reparem que o sempre polêmico Dé, na entrevista que está no link a seguir (http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-esporte/v/bau-do-esporte-relembra-recorde-do-botafogo-de-invecibilidade/2223125/), disse que a invencibilidade já estava o incomodando. O goleiro daquele time era Zé Carlos, de Nova Brasília, revelado no Campos, o Roxinho. Espero que hoje tenhamos a mesma sorte de 34 anos atrás.
Como todos devem saber, no jogo seguinte, o Botafogo perdeu de 3 a 0 para o Grêmio no Maracanã, dois gols do Renato Sá e a invencibilidade caiu por terra (Maldição do Dé?). No entanto, a série invicta daquele time que tinha Zagallo como técnico é até hoje a maior do futebol brasileiro. O Flamengo igualou a contagem anos depois e coube ao mesmo Renato Sá, desta vez no Botafogo, marcar o gol que pôs fim à invencibilidade rubro-negra.
Por isso que Botafogo e Flamengo é um clássico tão disputado, com uma tamanha rivalidade. Este mês comemoram-se, para um lado e para o outro, as goleadas de 6 a 0, a do Botafogo no dia 15 de novembro de 1972. E a do Flamengo no dia 08 de novembro de 1981. As próximas semanas prometem ser de provocações.
E no dia 2 de dezembro deste ano, o confronto tão esperado. O jogo em que pode acabar o jejum do Botafogo, que há mais de 10 anos não vence o Flamengo pelo Brasileiro. Vamos lá Fogão! Porque jogo contra o Flamengo é um campeonato à parte.
Primeiro temos de vencer o Palmeiras hoje, jogo difícil, com o carrasco Barcos. Não teremos Seedorf. Mas esperamos e torcemos que Lodeiro e Bruno Mendes resolvam a parada.
Um abraço e saudações botafoguenses!
Postado por Wesley Machado.
domingo, 28 de outubro de 2012
Botafogo 4 x 0 Atlético-GO
Foto: Bruno de Lima/Lancenet
Bruno Mendes marcou o quinto gol dele em cinco jogos consecutivos
Um leitor desavisado pode achar que o blog está repetindo as mesmas fotos nas últimas postagens. É que já está virando rotina o garoto Bruno Mendes fazer gol e com sua tradicional comemoração com o dedo indicador apontado para o alto, como se dissesse com as mãos: "Foi Deus!". O técnico Oswaldo Oliveira disse que ele tem uma bússola apontada para o gol. E foi assim, com um chute certeiro de fora da área, que Bruno Mendes deixou sua marca mais uma vez. Com ele não tem distância. O chute sai forte e rasteiro e entra no canto do goleiro, deixando para o torcedor o melhor sentimento do futebol, o de ver a bola morrer dentro do gol adversário.
Bruno Mendes marcou o quinto gol dele em cinco jogos consecutivos
Um leitor desavisado pode achar que o blog está repetindo as mesmas fotos nas últimas postagens. É que já está virando rotina o garoto Bruno Mendes fazer gol e com sua tradicional comemoração com o dedo indicador apontado para o alto, como se dissesse com as mãos: "Foi Deus!". O técnico Oswaldo Oliveira disse que ele tem uma bússola apontada para o gol. E foi assim, com um chute certeiro de fora da área, que Bruno Mendes deixou sua marca mais uma vez. Com ele não tem distância. O chute sai forte e rasteiro e entra no canto do goleiro, deixando para o torcedor o melhor sentimento do futebol, o de ver a bola morrer dentro do gol adversário.
Destaque também para os garotos Dória e Gabriel, que fizeram seus primeiros gols pelos profissionais. Aliás, o gol de Gabriel foi uma pintura. Recebeu a bola de Jéfferson no seu campo e conduziu a bola até a entrada da área adversária para acertar um bonito chute. Belo e merecido gol para o garoto, repito, a melhor coisa que aconteceu no Botafogo este ano em termos de revelação de jogadores.
A nota ruim fica por conta da contusão de Seedorf, que fez um gol mas deixou o campo sentindo a coxa direita e chorando. Vamos esperar os exames para ver a gravidade.
Com a vitória do São Paulo, a distância para o G4 se manteve em oito pontos. Mas mesmo que a classificação para a Libertadores não venha, o ano já foi bastante produtivo.
Para 2013, temos uma ótima base e a expectativa de ganharmos um título.
O Botafogo volta a campo domingo, às 17 horas, para enfrentar o Palmeiras, fora de casa.
Postado por Wesley Machado.
Postado por Wesley Machado.
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