segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

E agora???

Passada a alegria e o alívio por permanecermos na primeira divisão, penso que são necessárias algumas mudanças para o novo ano.
A começar pelo departamento de futebol. Sei que o presidente Mauricio Assumpção é um cara bem intencionado, mas alguns que o cercam não demonstraram competência. Hoje mesmo vejo na internet que o o vice de futebol do Alvinegro, André Silva deseja manter o Estevam Soares para 2010. Pelo amor de Deus!!! Não foi necessário passarmos esse sufoco????? Presida, mande os 2 embora logo!!!! Tudo bem que o Estevam conseguiu belas vitórias, mas não é técnico para o Glorioso. Gratidão é uma coisa. Burrice é outra.
Quando Ney Franco foi mandado embora, fui um dos milhares de alvinegros que não concordou. E mesmo que o Coritiba tenha caído para segundona, acho ele muito mais técnico que o Estevam. As opções não são muitas. Entre as disponíveis, sou mais o Ney Franco.
E os jogadores??? Sinceramente, poucos se mostraram dignos de vestir a camisa do Fogão. Uma coisa já me tranquiliza: agora temos novamente um goleiro. Ele se chama Jefferson e arrebentou desde o dia em que assumiu a titularidade. Outro cara que não pode sair nunca: Leandro Guerreiro!!! O cara joga com gana e amor à camisa alvinegra!! É unanimidade!!! Acho o Juninho útil pelos gols que marca em faltas, embora cometa vacilos incríveis. Gostei do Diego, que entrou com personalidade e calou a boca de muitos, inclusive a minha. Já que Jobson vai embora mesmo, é bom dispensar todos os outros atacantes que ficaram. Só reluto um pouco em mandar embora o André Lima, que é maluco, perna de pau, mas é botafoguense e deixa seus gols. Reinaldo????? FORA!!!!! Victor Simões???? FORA???? Fahel, Jonatas, Alessandro (apesar da raça demonstrada nas últimas partidas....) Arrumem as malas..... Lúcio Flávio é uma incógnita. Fico nervoso com sua lentidão, inclusive para bater escanteios em momentos decisivos.
Bem, esta é minha modestíssima opinião.
Saudações de um apaixonado alvinegro

Péris Ribeiro na Feira do Livro Botafoguense


O escritor campista e flamenguista Péris Ribeiro vai estar nesta terça-feira (08), na '1ª Feira do Livro Botafoguense', evento que vai acontecer na sede social do Clube de General Severiano e vai reunir autores que escreveram sobre o time da estrela solitária. Na oportunidade, Perinho, como é conhecido, vai autografar a segunda edição do livro de sua autoria 'Didi, o Gênio da Folha Seca'. A Feira faz parte dos eventos comemorativos aos 67 anos da fusão que originou o atual Botafogo F. R. e será seguida de uma missa e do lançamento e apresentação da camisa que homenageia o craque, também campista, Amarildo 'O Possesso", campeão mundial pela Seleção Brasileira, em 1962 no Chile.

TU ÉS NOSSO IMENSO PRAZER

Quero começar essa primeira postagem agradecendo o convite do Wesley e dizendo estar feliz por ingressar num espaço de amigos que guardo no lado esquerdo do peito, um espaço da Estrela Solitária e plural em estrelas. O tempo não é muito (não é pra ninguém) e até por isso aceitei o convite, em dia de festejar o “triunfo” de permanecer na Série A e sonhar com um 2010 maravilhoso, completamente diferente daquilo que vivenciamos nesse ano. Já tenho compromisso com o meu riobranquense, mas será um prazer contribuir. Quero começar republicando um artigo que assinei na edição de 27 de abril de 2007 da Folha da Manhã, véspera de uma decisão de campeonato, dias após a morte de um amigo alvinegro, intitulado “Agora sim, botafoguense”, onde explico minha relação com essa gente linda que canta que “tu és o glorioso, não pode perder, perder pra ninguém”.

Agora sim, botafoguense

Cresci observando uma espécie de chacota que faziam com meu irmão Alon Cley quando ele era perguntado (ainda menino) sobre o porquê de ser botafoguense. Ele sempre respondia: por causa do tio Raimundo. A resposta ficou meio que folclore familiar. Raimundo é um tio muito especial, alegre e festeiro, além de ser o de idade mais próxima de nós. Eu, filho mais velho, puxava a sardinha (ou melhor, um bacalhau inteiro) para o Vasco do meu pai, até por ter grande admiração pelo Roberto Dinamite, que manteve com Zico a rivalidade mais bonita, leal e ética que vi no esporte.
Não cresci botafoguense, portanto. Mas, acho que tenho quase obrigação de morrer botafoguense. Salvo exceções, as pessoas que amo são botafoguenses. Esse time é capitaneado por Alon e por Arnaldo Garcia (um outro irmão que a vida me emprestou), além de Maria do Socorro Sarmet (que, com seu amor, não me deixa ser uma estrela solitária).
Mas, essa confissão só pôde ser feita agora por um motivo simples: Lenilson Chaves morreu achando que eu era botafoguense. Desde que o conheci, lá no início da década de 90, sabendo que era alvinegro, o cumprimentava perguntando pelo Fogão. E ele sempre colocava um “nosso” antes da resposta, fosse ela eufórica ou encabulada, como no rebaixamento de 2002. Aliás, nossas conversas a respeito de futebol fizeram com que ele me convidasse para apresentar o sociólogo Roberto da Matta, no lançamento do livro “A bola corre mais que os homens”, na última edição da Bienal do Livro.
E perdemos um botafoguense especial. Homem de atuação reta no campo da política, o quem mais me chamava atenção em Lenilson Chaves era como ela falava de forma suave, mesmo quando estava em defesa daquilo que acreditava no mais calorento debate. Brigava pelo seu pensamento falando de forma doce, como se estivesse diante de uma bola num canto direito de um gramado retangular, tendo a certeza de que a qualquer instante seu marcador cairia pelo gingado simples de suas pernas tortas.
Lenilson, que o “nosso” Fogão fique com o caneco e que nós (seus amigos, botafoguenses ou não) possamos brindar a sua existência.

Antunis Clayton

domingo, 6 de dezembro de 2009

Vou a pé até Santa Cruz!

Foi difícil, suado, mas felizmente pudemos contar com a garra de um time, que se não tem grande qualidade técnica, pelo menos mostrou a garra que deveria termostrado há alguns jogos. Estamos na Primeira Divisão! Somos time de primeira sim e de elite, e acima de tudo, somos Botafogo! E nada e nem ninguém cala o nosso amor!
Agora vou me preparar para ir a pé até Santa Cruz pagar minha promessa.

Hoje é dia...





Que me perdoem os rubro-negros do sereno Andrade, merecedor desta alegria e virtuais pentacampeões brasileiros....

Perdoem-me também os tricolores, donos da torcida mais linda e apaixonada neste ano de 2009, que hoje jogam mais uma partida decisiva e que podem até nos ajudar...

Mas hoje às 17h estarei diante da minha tv vendo meu amado Botafogo. Que os deuses do futebol sejam generosos com o Glorioso de Mané Garrincha, Nilton Santos, Didi, Gérson, Jairzinho, Maurício, Túlio Maravilha, Jefferson, Juninho, Leandro Guerreiro e Jóbson.....E que junto do alívio da permanência na série A, nos livremos logo de figuras como Estevam Soares, Reinaldo, Vítor Simões, Fahel, Emerson e Alessandro....Saudações alvinegras apaixonadas!!!

Botafogo não cai


Mesmo que o Botafogo perca para o Palmeiras, ou empate e o Fluminense não vença o Coritiba, tenho certeza de que o Botafogo não cai. Não estou falando de virada de mesa. Isto não é coisa para um Botafogo. Trata-se de uma questão de grandeza. Pela sua história, o Botafogo, assim como aconteceu com Vasco e Corinthians nos últimos anos, tem condições de fazer uma bela segunda divisão e voltar colhendo os louros da vitória e até mesmo de um título. Em 2003, ficamos com o vice-campeonato, tendo perdido o título para o Palmeiras na última rodada, num jogo em que fomos roubados- um gol de Almir foi anulado quando a partida estava empatada em 1 a 1.

Hoje enfrentaremos o mesmo Palmeiras, que nos acostumanos a ganhar nos últimos anos. Em 2008 foram duas vitórias, uma no Engenhão com gol de Zé Carlos de cabeça e outra no Palestra Itália, gol de Wellington Paulista, na última rodada, como agora. Teve uma época que era difícil ganhar deles. Lembro-me que em 1995 quando fomos campeões, perdemos um jogo contra os verdes em Presidente Prudente. Nesta partida o formiguinha Sérgio Manoel marcou nosso gol. De lá prá cá as coisas se equilibraram um pouco. Em 2003 foram dois empates em 1 a 1 na primeira fase.

No primeiro turno de 2009, novo empate em 1 a 1, na estreia de Estevam Soares. Neste jogo esboçamos uma reação, que se confirmou nos empates contra Cruzeiro, Corinthians e Avaí e nas vitórias diante de Inter, Goiás e São Paulo. Se jogarmos como nestes jogos, sairemos bem desta situação incômoda, que é briga para fugir do rebaixamento. Se escaparmos, comemoraremos um 15º ou um 16º lugares. Não é coisa para se comemorar. Mas o presidente Maurício Assumpção disse que 2010 será ano de investimentos.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Botafogo completo para decisão contra o Palmeiras

O Botafogo jogará com o time completo neste domingo, às 17 h, contra o Palmeiras, no Engenhão. Juninho e Jóbson estão liberados para jogar. Nesta sexta-feira, o STJD puniu o zagueiro Juninho com dois jogos de suspensão, mas o jurídico do clube agiu rápido e entrou com pedido de efeito suspensivo, que foi deferido.